segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Anastasia: governador de Minas destaque das páginas amarelas da Veja

Governador de Minas diz que quanto mais se reduz o peso da máquina, mais se pode fazer pela população.




Anastasia: Choque de Gestão dá resultado.


Fonte: Revista Veja

Antonio Anastasia é destaque nas páginas amarelas da Veja



Anastasia: Choque de Gestão dá resultado.

A política ainda é um território relativamente novo para Antonio Anastasia. Até 2003, ele era um técnico – e dos bons. Como secretário do governo de Aécio Neves, coordenou a implantação de um conjunto de medidas a cortar despesas e otimizar o funcionamento da máquina pública em Minas. O sucesso do projeto alçou-o a vice em 2006 e a sucessor de Aécio em 2010. Em junho, na onda de protestos que tomou o Brasil, Belo Horizonte foi cenário de manifestações violentas. A elas, Anastasia respondeu com a redução do número de secretarias e o corte de 1 bilhão de reais em despesas. O governador parte da lógica de que, quanto mais o governo diminuir o peso de sua máquina, mais poderá fazer pela populaçao. Choque de gestão, para ele, pode não dar votos, mas dá resultado.

O que as manifestações de junho ensinaram aos governantes?

Que eles precisam admitir que não entregam um produto de qualidade aos seus cidadãos e q rever seus padrões, metas e prioridades. A indignação com a qualidade dos serviços públicos é clara e justificável. Tirando algumas ilhas de excelência, não há nada no Brasil de padrão Fifa. Os manifestantes têm razão. Fomos desafiados a apresentar novas alternativas e prestar melhores serviços.

Que alternativas o seu governo já apresentou?

Aqui em Minas Gerais, reduzi o número de secretarias e de cargos de confiança. Os governos têm de entender que é preciso cortar os meios para manter os fins. A máquina pública brasileira é muito pesada. O entendimento deveria ser o de que, quanto mais o governo diminuir o tamanho de sua estrutura, mais poderá fazer pelo cidadão.

Mais o ritmo das mudanças parece não satisfazer as pessoas. Por quê?

Se dependesse dos manifestantes de junho, tudo seria mais rápido. Mas a burocracia e as instituições de controle da administração atrasam as respostas.

O senhor acha que há excesso de controle no Brasil?

Existe no país um culto ao controle, que é importante, já que há muitos desvios que precisam ser evitados e punidos. Mas o que acontece é que os bons acabam pagando pelos maus. O excesso de controle chegou a um ponto que atrofia as ações. Um exemplo claro é a dificuldade em socorrer desastres naturais, enchentes principalmente. No Japão, o modelo de recomposição de danos tem muito mais confiança nos gestores. No Brasil, como a regra é a desconfiança – e, lamentavelmente, em muitos casos essa desconfiança é procedente, nós nem conseguimos recuperar aquilo que é destruído. O ideal nessas situações seria fazer uma legislação de emergência e depois punir de maneira rigorosa aqueles que erram. Aqui, porém, as medidas são tomadas antecipadamente e paralisam a administração. Como consequência, muitas pessoas corretas, idôneas, começam a ficar temerosas e fogem da administração pública. No serviço público, vale aquela máxima de que “só não erra quem não faz”. Os funcionários acham melhor não fazer nada para não se comprometerem. E fica tudo travado.

A Polícia Militar de muitos Estados, inclusive de Minas Gerais, foi criticada por ter agido com excesso de truculência, no início das manifestações e depois por ter sido tolerante com o vandalismo. Como deve ser a ação policial nessas situações?

Há uma fábula muito repetida aqui que serve de ilustração para o dilema pelo qual passa a polícia. Um idoso, uma criança e um burro vão por uma estrada. Se o velho sobe com a criança no burro, é  acusado de maltratar o animal. Se fica só no lombo do burro e a criança vai a pé, ele é criticado por maus-tratos à criança. Se, enfim, vão os dois andando ao lado do animal, o velho é chamado de burro. Não há como agradar. É mais ou menos o que acontece com a  ação policial. Sempre vai aparecer alguém para criticar e dizer que ela deveria ter sido diferente. A orientação que damos à tropa é preservar a vida e o patrimônio público, evitando ao máximo o uso da força. O direito de manifestar-se é legítimo, desde que sejam respeitados o direito de ir e vir e o patrimônio. Mas é claro que não é fácil, no meio da confusão, separar o manifestante de bem dos vândalos.

O provável candidato do PSDB à Presidência será Aécio Neves, seu padrinho político e antecessor. Em que os onze anos de governo tucano em Minas podem lhe servir de vitrine?

Nós tivemos, nesses onze anos, evoluções notáveis em todos os segmentos. Os indicadores de educação de Minas são hoje os melhores do Brasil, mesmo em um Estado com muita desigualdade. Em saúde, estamos em primeiro lugar entre os estados do Sudeste. Melhoramos em infraestrutura física e a diversidade econômica. São dados positivos. Mais do que isso, o grande legado de nossa administração é o modelo de governança, o reconhecimento da meritocracia, a adoção de uma politica de resultados, o incentivo aos bons servidores e às boas práticas. Este é o nosso maior legado: mostrar como a administração pública pode ser séria, inovadora e eficiente.

choque de gestão tão apregoado em Minas rende votos?

Essa é uma grande discussão para os cientistas políticos. Gestão pública não é um tema popular, porque as pessoa na têm a exata dimensão do que significa. Mas ela é a precursora necessária para a melhora da educação, da saúde e da segurança. Sem uma boa gestão, ainda que tenhamos muitos recursos, não é possível fornecer um bom serviço. Levar isso ao conhecimento popular não é fácil. As pessoas, na maioria das vezes, buscam o resultado mais imediato. Mas me parece que, cada vez mais, a sociedade reconhece os governos sérios, que têm metas, se colocam de maneira transparente e apresentam resultados. A gestão pode não ser uma bandeira eleitoral para todo o segmento da população, mas é essencial para que uma administração obtenha bons resultados.

A grande bandeira eleitoral do PT é bem mais palpável: a inclusão social, que tem como marca o Bolsa Família. Qual é a sua opinião sobre programas desse tipo?

Eles são muito úteis, e a maioria teve origem no governo de Fernando Henrique Cardoso. Programa social não tem dono, é da própria sociedade. Não há possibilidade de um governo federal do PSDB acabar com esses programas. Nós vamos ampliá-los e aperfeiçoá-los.

Em relação ao governo federal, o senhor acha viável uma administração que tem 39 ministérios?

Essa questão do número de ministérios é simbólica, mas não tem tanta relevância. O problema não é o número de ministérios, mas o processo decisório. O governo federal não tem prioridades. É essencial que a forma de administração se modernize.

Na Presidência da República, o que o PSDB faria diferente do PT?

O primeiro compromisso nosso será com a eficiência e o bom resultado da administração pública. Vamos premiar a meritocracia e o adotar critérios para ampliar a eficiência dos servidores e do serviço público. Hoje, as nomeações são feitas por critérios políticos, servem para beneficiar amigos e atender a indicações partidárias. Essa é uma prática nociva à boa gestão e à democracia. Temos de trocá-la por critérios que valorizem os funcionários de carreira competentes e dedicados.

Há dois grandes problemas epidêmicos nas metrópoles brasileiras, um relacionado ao outro, a criminalidade e o crack. Como enfrentá-los?

Se você perguntar à população qual é a política pública que mais preocupa, a resposta majoritária será a saúde. A segurança vem depois, seguida pela educação. Agora, se a mesma pergunta for feita a governantes, não tenho dúvida que a resposta será a segurança. Porque a saúde é um problema grave, mas há um diagnóstico sobre como resolvê-lo. Se chegar dinheiro, os gestores saberão como gastá-lo, assim como ocorre na educação. Já a segurança é um problema que só vem piorando e ninguém sabe o que fazer. Há diagnósticos genéricos, como a necessidade de maior participação do governo federal no combate à criminalidade, e a integrar as forças de segurança nos Estados. Há a gravíssima questão das drogas, que são responsáveis por 60% a 70 de todos os homicídios. Mas ninguém sabe concretamente o que fazer para estancar essa hemorragia. É preciso um urgente e sobre-humano esforço nacional para tentar encontrar alternativas para enfrentar esse problema, que afeta todos os municípios, Estados e a União, de todos os partidos. Acredito também que seja necessário acabar com um certo culto à violência. Não se vive no Brasil de hoje em uma cultura de paz. Mas de violência.

O senhor defende a internação compulsória de dependentes químicos?

Quando o dependente corre risco de vida ou põe outras pessoas em risco, eu defendo essa internação, desde que autorizada pela Justiça.

O senhor defende a redução da maioridade penal?

A redução não resolve o problema da criminalidade. O mais adequado seria ter penas mais efetivas para os menores infratores. Na maioria dos países desenvolvidos, a maioridade também é aos 18 anos. A diferença é que as medidas são mais rígidas, e o cumprimento, efetivo. O problema no Brasil é a impunidade, não a maioridade.

O senhor diz que o governo federal precisa ter ousadia e criatividade para transferir aos Estados e municípios atribuições que hoje ele concentra. Mas é possível fazer isso sem repassar às administrações mais dinheiro?

Cada competência nova exige dinheiro novo para honrar os compromissos. Há no Brasil a tendência de concentração de recursos na União. As contribuições criadas na Constituição de 1988 não são compartilhadas e ganham cada vez mais peso. A grande fonte de arrecadação dos Estados, o ICMS, é um tributo sobre o consumo, muito suscetível à variação da atividade econômica. Os Estados não sabem quanto terão no caixa, e isso dificulta fazer um planejamento meticuloso.

Se nada mudar, os Estados poderão falir?

Não digo falir, a Lei de Responsabilidade Fiscal impede isso. O que pode haver é uma piora dos serviços prestados. É necessário discutir a questão da dívida dos Estados com a União. Quando ela foi renegociada, em 1997, a saída encontrada foi positiva. Mas, ao longo dos anos, virou uma perversidade, com juros muito altos. O Estado paga, paga, paga, e a dívida só aumenta. É como acontecia com aqueles financiamentos imobiliários do tempo do BNH. É um problema comum a prefeitos e governadores de todos os partidos. Ninguém tem mais dinheiro para investir.

Supremo Tribunal Federal deve julgar nos próximos meses o chamado mensalão mineiro, que envolve o ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo. Esse caso pode provocar no PSDB o mesmo estrago que o mensalão mais famoso provocou no PT?

Teremos que respeitar as decisões do Supremo Tribunal Federal, que está fazendo um julgamento correto agora também o fará no caso que envolve o ex-governador Azeredo. Os efeitos políticos são relativos. Azeredo é uma pessoa de bem, e os dois casos não têm comparação – o mensalão petista foi muito grave. É difícil precisar qual será a repercussão política, mas sem dúvida poderá prejudicar o partido. Bom não é. Todo tipo de ação penal que envolve o seu partido não é positivo.

ex-governador José Serra defende a ideia de que o PSDB faça uma prévia entre ele e o senador Aécio Neves para definir o candidato do partido à Presidência. O senhor concorda com essa prévia?

Em 2009, fui a favor de que o partido fizesse uma prévia entre o Serra e o Aécio, que para mim já era o melhor candidato. Mas o Serra consolidou a candidatura e não houve necessidade de disputar preliminar. Agora, por coerência, não posso ser contra as prévias, mas a candidatura do Aécio já é uma realidade. O partido deveria ganhar tempo e pôr a campanha na rua em vez de se perder em disputas internas. Aécio Neves já conquistou a base e as lideranças do PSDB. Chegou a vez dele.

Aécio: senador luta pelas cidades da Área Mineira da Sudene

MP 615: em Diamantina, senador disse que reivindica para os mineiros, no Congresso, mesmo benefício dado a produtores do Nordeste.


MP concede a produtores de cana e de etanol pagamento de subvenção econômica da safra 2011/2012 e outros benefícios


Aécio luta pelas cidades da Área Mineira da Sudene

Aécio Neves lutará pela inclusão dos municípios da Área Mineira da Sudene entre os atendidos pela Medida Provisória 615. Foto: George Gianni

Fonte: Jogo do Poder 

Aécio quer produtores de cana de açúcar em Minas atendidos pelos benefícios dados a atingidos pela seca


senador Aécio Neves (PSDB) anunciou que lutará pela inclusão dos municípios da Área Mineira da Sudene entre os atendidos pela Medida Provisória 615 que cria benefícios a produtores de cana de açúcar nos estados do Nordeste. Os municípios do Norte de Minas e dos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri foram excluídos da MP por decisão do governo federal, que orientou seus líderes na Câmara dos Deputados durante a votação da MP na segunda-feira.

Em Diamantina, o senador Aécio Neves considerou justo o benefício dado aos produtores do Nordeste, mas cobrou da bancada do governo a exclusão dos produtores mineiros igualmente atingidos pela seca. Ele criticou duramente mais essa violência cometida contra Minas pelo governo federal e por sua base no Congresso.

“É mais uma demonstração do descaso do governo federal para com Minas Gerais. Aprovou-se a Medida Provisória, editada pela presidente da República, que permite uma remuneração a mais e o ressarcimento financeiro aos plantadores de cana da região Nordeste atingidos pela seca. Absolutamente justa a medida, e realmente precisávamos atender os nordestinos, mas é inconcebível, inexplicável e injustificável que a região mineira da Sudene, onde existem cerca de 70 mil pequenos plantadores de cana-de-açúcar, quase plantadores familiares, estejam fora. Apresentei uma emenda para que fosse corrigido esse equívoco e a maioria do governo não permitiu que ela fosse votada”, afirmou Aécio Neves, após a entrega da Medalha JK, em Diamantina, no Vale Jequitinhonha.

A MP concede a produtores de cana e de etanol pagamento de subvenção econômica da safra 2011/2012; redução a zero da alíquota de PIS e Cofins e financiamento com juros subsidiados para renovação e implantação de canaviais.

Promessa de inclusão

exclusão de Minas poderá ser revertida se a bancada do governo no Senado atender ao compromisso firmado ontem pelo relator da MP no Senado, senador Gim Argello. com o senador Aécio Neves. Ele e os líderes dos partidos se comprometeram com Aécio a estender os benefícios aos municípios mineiros da Sudene na próxima MP a ser votada na Casa. Resta agora à bancada do PT e do governo federal cumprir a promessa de inclusão.

“Retirar esse benefício desses produtores significa tirar-lhes a mínima condição de sobrevivência. Quero aqui rogar aos líderes partidários e ao senador Gim Argello para que possamos corrigir esse equívoco e permitir que todos os municípios abrangidos pela Sudene possam ter este benefício para os plantadores de cana-de-açúcar que os municípios do Nordeste, muito correta e justamente, estão tendo”, afirmou Aécio Neves.

Pela terceira vez, governo federal prejudica municípios mineiros da Sudene

É a terceira vez que o governo federal e a bancada do PT excluem os municípios do Norte e dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de benefícios dados aos demais integrantes da Sudene. Em 2010, eles foram excluídos da MP 512 que incentivava a instalação de montadoras no Nordeste. A MP permitiu que uma nova unidade da Fiat, planejada para Minas Gerais, fosse transferida para Pernambuco.

Antes, a MP 540 que garantia incentivos fiscais a empresas na região da Sudene, também deixou de fora os municípios mineiros. A inclusão na Sudene dessas cidades fortemente atingidos pela seca foi uma conquista do Estado em 2001, graças ao ato do então deputado federal Aécio Neves ao assumir interinamente a Presidência da República.

Desta vez, a manobra do governo ocorreu na Câmara dos Deputados que retirou os municípios da área a ser beneficiada, mesmo após a Comissão Mista da Medida Provisória 615 ter aprovado a concessão. Como o regimento da Casa não permite que os senadores apresentem novas emendas, Aécio Neves ocupou a tribuna do Senado para denunciar a exclusão dos produtores mineiros.

sábado, 14 de setembro de 2013

Andrea Neves orienta como contribuir para o FIA

Andrea Neves: presidente do Servas dá a dica de como as pessoas podem contribuir com o Fundo para a Infância e Adolescência.


Dinheiro do imposto de renda e revertido em ações sociais em todo o Estado de Minas.


Fonte: Servas

Como destinar recursos para o FIA


[caption id="" align="alignnone" width="398"]Colcabora com o FIA Colabore com o Fundo para a Infância e Adolescência[/caption]

Contribuir para programas sociais pode ser mais fácil do que se imagina. O Fundo para a Infância e Adolescência (FIA) é um instrumento legal que permite à sociedade ajudar a crianças e adolescentes em estado de vulnerabilidade social. O Servas, por exemplo, recebe recursos do Fundo para quatro programas, são eles: VitaVida, Valores de Minas, Centros Solidários e a Brinquedoteca.

O objetivo é facilitar a captação, o repasse e a aplicação de recursos para projetos de defesa dos direitos humanos, defesa de vítimas de violência, maus tratos e exploração sexual, erradicação do trabalho infantil, profissionalização de adolescentes, combate ao uso de drogas, divulgação dos direitos da criança e do adolescente, entre outros.

Por meio da destinação de parte do Imposto de Renda devido, ou seja, que seria recolhido ao tesouro pode ser destinada para o Fundo. Pessoas jurídicas, tributadas pelo lucro real, podem destinar até 1% do I.R. devido. Pessoas físicas podem destinar até 6% do I.R. devido. Essa destinação não interfere em outras deduções como aquelas referentes a dependentes, pensão, saúde, educação, Lei Rouanet ou Lei de Audiovisual, entre outras.

“O imposto devido destinado ao FIA pode criar oportunidades para nossas crianças e jovens. É fácil a destinação e que não custa nada. E mais, esses recursos são aplicados em uma causa específica, justa, colaborando para o desenvolvimento social das pessoas e do nosso Estado”, explica a presidente do Servas, Andrea Neves.

Em Minas Gerais, existem dois tipos de Fundos para a Infância e Adolescência: o Fundo Estadual e os Fundos Municipais. O Fundo Estadual é coordenado pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca). O Conselho é composto de 10 membros indicados pela sociedade civil (entidades de defesa dos direitos da criança e do adolescente, entidades de atendimento, sindicatos, etc.) e 10 membros indicados pelo Governo (Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social, entre outras). Os Conselhos Municipais também são compostos por representantes das prefeituras e da sociedade local. Os Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente são os órgãos responsáveis pela deliberação, fiscalização e controle da destinação dos recursos alocados ao FIA. Todo o recurso arrecadado é investido em projetos sociais selecionados e a prestação de contas é pública.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Alckmin diz para Aécio que país “conta com Minas”

Eleições 2014: “Aécio Neves é um homem preparado para grandes desafios. É uma vocação política, é um grande governante”.




Medalha JK


Fonte: Folha de S.Paulo

Alckmin sobre Aécio: o país "conta com Minas"

Em evento com Aécio, Alckmin afirma que país ‘conta com Minas’


Governador elogia mineiro, mas desconversa ao ser questionado sobre corrida presidencial

Senador disputa com José Serra candidatura tucana ao Planalto em 2014; solenidade ocorreu no reduto de JK

governador de São PauloGeraldo Alckmin (PSDB), disse ontem, em evento com a presença do senador mineiro Aécio Neves (PSDB), que “o Brasil conta com Minas”, como contou no passado com o presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976).

A declaração veio durante visita de Alckmin a Diamantina (MG), no Estado do senador, provável candidato à Presidência pelo PSDB.

Questionado se tratava-se de uma declaração de apoio a Aécio, Alckmin desconversou e seguiu elogiando o senador mineiro.

Aécio Neves é um homem preparado para grandes desafios. É uma vocação política, é um grande governante.”

senador mineiro tem trabalhado para obter o apoio de Alckmin, mas vem esbarrando nas pretensões do também tucano José Serra.

O ex-governador paulista já cobrou publicamente a realização de prévias no PSDB para a indicação do nome do partido e também analisa ser candidato por outra legenda.

Por esse motivo, Alckmin nem mesmo acompanhou Aécio em viagem recente ao interior de São Paulo.

A viagem do governador paulista a Minas ontem teve como justificativa uma homenagem, na qual recebeu a Medalha JK, entregue pelo governo mineiro a pessoas e instituições que “prestam ou tenham prestado serviços relevantes à sociedade”.

Em seu discurso como orador oficial da solenidade, Alckmin chamou o senador mineiro de “meu querido amigo e irmão”, disse que ele carrega o “legado” do presidente JK e que “os planejadores de Minas são também exímios conciliadores”.

No entanto, sempre teve o cuidado de manter o nome de Aécio atrelado ao do anfitrião, o governador de MinasAntonio Anastasia (PSDB).

Um aceno concreto de Alckmin veio quando Aécio foi questionado, em entrevista, se poderia contar com o apoio do PSDB paulista em uma eventual candidatura ao Planalto. O governador paulista interveio para dizer: “Pode, pode, pode”.

O discurso de Anastasia e as declarações de Aécio aos jornalistas foram no sentido de reforçar a construção de uma aliança econômica, de gestão e também política entre os Estados.

“Em todos os momentos da vida nacional, São Paulo e Minas estiveram juntos”, disse Aécio, que se referiu a São Paulo como “Estado irmão”.

“Com a aliança Minas-São Paulo, o Brasil todo ganha. Foi assim na história”, afirmou Anastasia.

O presidente da Assembleia Legislativa paulista, Samuel Moreira (PSDB), também foi ao evento e conversou muito ao pé do ouvido com Aécio.

O deputado, porém, evitou associar a presença dos tucanos paulistas com apoio, mas elogiou o trabalho de Aécio ”como presidente nacional do PSDB“.

Anastasia investe R$ 417 milhões em cultura

Governador Antonio Anastasia anuncia investimentos de R$ 417 milhões para a Cultura


Governo de Minas: investimentos na Cultura


Minas: investimentos na Cultura

Fonte: Agência Minas


Durante solenidade, o Governo de Minas e o Sesc-MG assinaram contrato que permitirá a revitalização do Teatro Clara Nunes


O governador Antonio Anastasia anunciou nesta quarta feira (11), no Palácio da Liberdade, investimentos de cerca de R$ 417 milhões em obras e ações para a área de cultura. Trata-se do maior conjunto de obras e projetos de valorização do patrimônio cultural da história de Minas Gerais, segundo destacou o governador. São 64 intervenções divididas em 11 projetos, totalizando R$ 417,185 milhões.


“Fico muito feliz de estar aqui, com a secretária Eliane Parreiras, apresentando esse conjunto de ações, algumas já concluídas, outras já em andamento e algumas a serem iniciadas, mostrando que é um processo contínuo de aprimoramento da nossa cultura em termos de ação do Poder Público. O Poder Público, é sempre bom lembrar, não faz a cultura. Ele estimula, fomenta e ajuda no fortalecimento do ambiente cultural”, afirmou.

Estão previstas, entre outras ações, a construção de salas de concerto, arenas multiuso, reforma e restauração de museus, igrejas e esculturas religiosas, modernização do Palácio das Artes, capacitação profissional, requalificação de espaços públicos, implantação da Escola de Design da Uemg (Prédio Ipsemg na Praça da Liberdade), compra de instrumentos, equipamentos e mobiliário, implantação de museografia (Rota Lund) e do Prédio Verde Cena (Centro de Ensaios Abertos).

Cultura como fator estratégico

A secretaria de Cultura Eliane Parreiras lembrou que, nos últimos 10 anos, o Governo de Minas tem compreendido a cultura como fator estratégico para o desenvolvimento humano, social e econômico do Estado. Minas, continuou a secretária, tem um dos sistemas estaduais de cultura mais complexos, organizados e estruturados do País. Para ela, os investimentos que foram apresentados são prioritários para o desenvolvimento da infraestrutura cultural em Minas Gerais.  “São obras que estão centradas na revitalização de bens que já existiam, o fortalecimento e a ampliação de ofertas de serviços e a construção de novos espaços para o robustecimento de nossa rede de infraestrutura cultural no Estado”, completou.

Em valores específicos, os projetos com maiores volumes de recursos são sala de Concertos e sede da Filarmônica (R$ 143 milhões), sede da Rede Minas e Rádio Inconfidência (R$ 72 milhões), Circuito Cultural Praça da Liberdade (R$ 94,8 milhões), museus (R$ 24 milhões), Fundação Clovis Salgado (R$ 17,7 milhões) e Rota Lund (R$ 17,5 milhões). Os recursos para a realização desses investimentos são do Tesouro Estadual, recursos próprios das instituições, além de empréstimos junto ao Banco do Brasil e BNDES. Os projetos, obras e intervenções estão sendo executados em diversas frentes: Deop-MGSecretaria de Estado de CulturaIepha, FCS, Codemig e convênio com municípios.

Concessão do Clara Nunes

Durante o anúncio dos investimentos, o Governo de Minas e o Serviço Social do Comércio de Minas Gerais (Sesc) assinaram contrato de concessão por 30 anos do Teatro Clara Nunes, com interveniência da Secretaria de Estado da Cultura. O espaço terá que ser destinado exclusivamente às atividades culturais, artísticas, educacionais e de lazer. Estão previstas três etapas para a entrega do imóvel: o segundo pavimento será cedido tão logo o contrato seja publicado. O andar térreo, em até quatro meses, a contar da data de publicação e o primeiro pavimento, em até três anos, podendo este prazo ser prorrogado por igual período. O Sesc será responsável pela realização das obras e manutenção do espaço.

Para o governador Antonio Anastasia, a parceria com a iniciativa privada é fundamental para o desenvolvimento da cultura mineira. “Por mais que o Poder Público consiga investir, a questão cultural é muito mais vasta. E a presença do empresariado, com a sua responsabilidade social e cultural, é fundamental. A assinatura desse convênio com o Sesc é um exemplo disso, para que o antigo Teatro Clara Nunes pudesse ser restaurado e colocado a serviço da classe artística e da população de Belo Horizonte”, afirmou.

A revitalização do teatro é uma antiga reivindicação do setor cultural mineiro. Fechado ao público desde 2009, por determinação do Ministério Público, para que fosse adaptado às regras de acessibilidade e segurança, o Teatro Clara Nunes seguirá agora o mesmo exemplo de outras revitalizações em espaços culturais na área central, como Teatro Arena do Bradesco-Minas Tênis, o próprio Sesc Palladium e o antigo Cine Brasil, na Praça Sete.

Inaugurado no início da década de 1960, com o nome original de Cine Teatro Imprensa Oficial, em 1993, após reformas, passou a se chamar Teatro Clara Nunes. Com capacidade para 400 pessoas, tem formato italiano e foi ponto de encontro de intelectuais e artistas.







Clique aqui para ver o portfólio de obras do Sistema Operacional de Cultura do Governo de Minas Gerais (Arquivo PDF)

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Andrea Neves participa de homenagem pelos Direitos Humanos

Andrea Neves foi homenageada em cerimônia que marcou os “30 anos de Luta pelos Direitos da Mulher”.




Andrea Neves: Direitos Humanos – Direitos da Mulher


Andrea Neves: Direitos Humanos




Andrea Neves recebe homenagem na Câmara dos Vereadores de Belo Horizonte.



Fonte: Servas


Conselho Estadual da Mulher completa 30 anos


A presidente do Servas, Andrea Neves, recebeu, nesta terça-feira, 11, em nome da família, na Câmara dos Vereadores de Belo Horizonte, homenagem prestada em sessão solene comemorativa intitulada “30 anos de Luta pelos Direitos da Mulher”.

Criado pelo então governador Tancredo Neves, em 1983, o Conselho Estadual da Mulher tem uma longa história de conquistas. “A mulher só será emancipada quando tiver as mesmas oportunidades políticas dos homens. Elas devem participar das decisões nacionais e da administração pública, com sua inteligência e seu discernimento político, em plena igualdade, e sua presença não pode ser vista como acontecimento insólito”, disse ele na ocasião. Essa frase foi registrada no troféu entregue a mulheres representativas dos mais diversos setores da sociedade.

Andrea Neves manifestou, durante a homenagem prestada a 35 mulheres das mais diversas áreas de atuação, em defesa dos direitos da mulher, “a alegria de poder me somar a todos aqueles que prestam justa homenagem àquelas que merecem o reconhecimento público. São todas mulheres que exercem com intensidade as escolhas que fizeram, são pessoas voltadas, cada uma no seu lugar, para a sociedade em que vivemos, que estão, no seu cotidiano, construindo um diálogo. Por isso, são todas, antes de tudo, mulheres generosas, porque repartem seus talentos e colocam suas habilidades a serviço da nossa comunidade. São mulheres inseridas no nosso tempo”.
Foram agraciadas outras 34 mulheres: Adelina Fernandes, liderança da Comunidade Noivas do Cordeiro; Anayanse Correia Brennes, feminista, socióloga e advogada, coordenadora do Núcleo de Estudos Mulher e Saúde – NEMS/UFMG; Cecília Maria Gomes; Claudia Natividade, professora, pesquisadora e conselheira do 14º Pleno do Conselho Regional de Psicologia; Cristiana Lima, artesã e liderança comunitária do Bairro Serra; Dalila Monteiro Barbosa, professora e liderança comunitária da Vila Fátima; Deise Guimarães Mesquita, jornalista que trabalha em defesa da mulher; Dirlene Marques, coordenadora Regional da Rede Feminista de Saúde; Eliane Dias, ativista feminista, antirracista e LGBT; Eliane Lima Roedel, arquiteta, empresária e artista plástica; Eva Evina Teixeira da Cruz, lavradora e assentada pela reforma agrária, atualmente é presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Medina, presidente do Instituto dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura do Vale do Jequitinhonha, vice-presidente da Associação da Escola Família Agrícola do Médio e Baixo Jequitinhonha, conselheira do Conselho Municipal da Mulher de Medina/MG; Francisca Maria da Silva (Xica), coordenadora Nacional da Economia Solidária; Gilse Consenza, coordenadora nacional da UBM de 1991 a 1996 é assistente social e militou no movimento estudantil universitário em Belo Horizonte e entre organizações de operários e camponeses de Minas Gerais, presidiu o Diretório Acadêmico de Serviço Social da PUC – MG; Lêda Fernal, presidente da Mulher Empreendedora da ACMinas; Jessica Fantinni, vencedora do concurso da Escola Estadual Coronel Vicente Torres Junior, com a ilustração da Cartilha: Maria da Penha vai a Escola; Jô Moraes, deputada Federal,integrou a primeira gestão do Conselho Estadual da Mulher, criou o Movimento Popular da Mulher, em Belo Horizonte e a União Brasileira de Mulheres; Judith Aurora Gonçalves Viegas, integrante da OAB Mulher, idealizadora do Movimento OAB Cidadão; Lea Melo, economista, professora aposentada da UFMG, participou da criação do Núcleo do NEPM/UFMG e foi integrante do MUSA; Lucia Helena de Melo Batista, representante da ASMIG – Mães de Minas; Lúcia Pacífico, representante do Movimento das Donas de Casa; Luzia Ferreira, deputada Estadual; Maria Alves de Souza, liderança Quilombola, representante da Fetaemg e da Marcha Mundial de Mulheres; Maria Antonieta Saraiva Machado, liderança comunitária do Bairro Maria Teresa; Maria Beatriz de Oliveira, coordenadora do Centro da Mulher do O Movimento do Graal no Brasil; Marília Gonçalves de Andrade, trabalha em Defesa das Mulheres na Associação Comunitária do Bairro Veneza – ASMORE; Marta Alice Venâncio Romanini, ex- coordenadora de Saúde da Mulher, Criança e Adolescente da Secretaria de Estado de Saúde; Nair de Abreu, natural de Dores de Campo /MG, militante do movimento feminista e fundadora do Conselho Estadual da Mulher; Rebeca Rohlfs, coordenadora Instituto Albam; Terezinha Oliveira Rocha, liderança na luta em prol das pessoas com deficiência; Hercília Levy, “in memorian”; Maria Elvira, Movimento das Mulheres; Elaine Matozinhos, vereadora; Carmen Rocha, subsecretária e a equipe CEM, as mulheres do Conselho Estadual da Mulher.
CEM – Conselho Estadual da Mulher

Vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (SEDESE), o CEM, criado na gestão do então governador de MinasTancredo Neves, vem protagonizando uma série de ações em favor da cidadania das mulheres mineiras nesses 30 anos de existência. A busca de parcerias nesse período tem sido fundamental para o exercício do controle social das políticas públicas, focadas em gênero e para maior visibilidade das questões inerentes à igualdade de direitos.

Esse período foi marcado pelo resgate da trajetória de lutas e conquistas, revigorada pela construção de diretrizes estratégicas, alinhadas às políticas públicas do governo de Minas em busca de um estado melhor para se viver e da igualdade de direitos e de oportunidades entre todas as pessoas.

Criado pelo Decreto nº 22.971, de 24 de agosto de 1983, o Conselho Estadual da Mulher de Minas Gerais tem composição paritária, com 20 conselheiras, sendo dez da sociedade civil e dez do poder público estadual. A presidência do órgão se alterna a cada quatro anos, com a representação de cada segmento.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Anastasia autoriza obras entre Santana do Riacho e Baldim

Caminhos de Minas:  Governador Antonio Anastasia autoriza início das obras de trecho de rodovia na região da Serra do Cipó.


Governo de Minas: Caminhos de Minas


Programa Caminhos de Minas




Fonte: Agência Minas

Obra, entre os municípios de Santana do Riacho e Baldim, receberá investimentos de R$ 64,1 milhões para asfaltamento de 35,7 quilômetros



Facilitar a circulação de pessoas e o escoamento da produção agropecuária, além de fomentar oturismo na região da Serra do Cipó são os principais objetivos da pavimentação do trecho entre Santana do Riacho e o entroncamento da MG-323, no município de Baldim, na região Central do Estado. O início dessa obra de ligação asfáltica foi determinado pelo governador Antonio Anastasia, nesta quinta-feira (5), em Baldim.

Em seu pronunciamento, Anastasia destacou a importância da obra para os dois municípios e o fortalecimento do turismo na região da Serra do Cipó. “Essa estrada, que está sendo feita agora no âmbito do Programa Caminhos de Minas, é a obra mais dispendiosa feita no município de Baldim e com muito merecimento porque, de fato, é um investimento que toda a região da Serra do Cipó precisa”, afirmou o governador.

O trecho a ser pavimentado possui 35,7 quilômetros e receberá investimentos de R$ 64,1 milhões doGoverno de Minas, por meio do programa Caminhos de Minas, incluído supervisão e desapropriações.  Anastasia destacou ser papel do Estado fazer grandes obras como as do programa Caminhos de Minas. “É nosso dever, como representantes do povo, nos esforçarmos para realizar essas obras públicas e, ao mesmo tempo, melhorar a educação, a saúde, a segurança, a cultura e a agricultura, pois é para isso que fomos eleitos. Mas é necessário equilíbrio, sensatez, dedicação, responsabilidade, o que nós temos em Minas Gerais, graças ao nosso povo, o maior valor e maior patrimônio de Minas”, disse.

Benefícios da obra

Além de beneficiar diretamente a população do município de Baldim (7.877) e de Santana do Riacho (4.066), a pavimentação do trecho vai facilitar o escoamento da produção agropecuária, que é o segundo setor mais importante na economia de Santana do Riacho e o terceiro setor na economia de Baldim. A ligação asfáltica também vai facilitar e induzir o acesso de turistas à Serra do Cipó e, especificamente, ao Distrito de Lapinha da Serra, em Santana do Riacho, dois conhecidos destinos turísticos do Estado.

O prefeito de Baldim, João Antônio Trindade, agradeceu ao governador Anastasia pela obra, dizendo ser um sonho antigo dos moradores dos dois municípios. “Hoje é um marco histórico em nosso município pelo tão sonhado asfalto interligando Baldim a Santana do Riacho, que irá contribuir para o conforto na locomoção dos nossos munícipes e alunos e também para o melhor escoamento dos nossos produtores rurais, além de fortalecer o nosso turismo”, disse Trindade.

O prefeito de Santana do Riacho, André Ferreira, também ressaltou o valor turístico da ligação asfáltica. “Essa obra irá proporcionar o melhor acesso da população a um dos cartões postais mais importantes de Minas que é a Serra do Cipó, lugar reconhecido internacionalmente pela sua riqueza de flora e fauna”, disse.

Em julho de 2012, Santana do Riacho foi contemplada com outro trecho pavimentado pelo governo estadual, ligando a sede do município ao entroncamento da rodovia MG-010, no Distrito de Cardeal Mota, por meio do Programa de Pavimentação de Ligações e Acessos Rodoviários aos Municípios (ProAcesso).

Também, durante a solenidade, o governador Anastasia assinou mensagem, encaminhando projeto de lei à Assembleia Legislativa que denomina o trecho a ser pavimentado entre Santana do Riacho e Baldim, de Rodovia Pedro Sabino. O homenageado é mineiro de Santana de Pirapama e foi tropeiro, comerciante e fazendeiro.

O programa

O Caminhos de Minas vai possibilitar maior integração ao encurtar distâncias e diminuir custos de transporte, com reflexo direto no desempenho da economia mineira. A redução no tempo de deslocamento de pessoas, bens e cargas é fator determinante para a melhoria da qualidade de vida dos moradores das regiões beneficiadas, dos que visitam o Estado ou daqueles que precisam utilizar a infraestrutura rodoviária mineira. Dessa forma, o programa também vai impulsionar a comunicação nas diversas regiões do Estado e entre uma e outra, além de desviar tráfego das rodovias troncais, o que fará com que aqueles que trafegarem pelas rodovias mineiras façam com mais segurança, tranquilidade e rapidez.

Lançado em 2010, o programa tem como objetivo ampliar e melhorar a infraestrutura logística dos municípios e regiões. É o maior programa rodoviário da história de Minas Gerais, envolvendo a obras em aproximadamente 7,8 mil quilômetros de rodovias, distribuídos por 242 trechos, beneficiando diretamente 306 municípios e 7,3 milhões de mineiros. Por meio do Caminho de Minas, estão previstas a pavimentação de nove trechos na região de Baldim e Santana do Riacho, totalizando 287,7 quilômetros. A ligação asfáltica entre Baldim e Santana do Riacho foi o 37º trecho autorizado para início das obras, por meio desse programa.

Também participaram da solenidade o secretário de Estado de Transporte e Obras Públicas, Carlos Melles, o diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), José Élcio Monteze, deputados, prefeitos, lideranças comunitárias e empresários da região.

Homenagens

Em Baldim, Anastasia foi homenageado com a declamação de um poema por alunos da Escola Municipal São Bernardo. O governador também foi saudado por alunos da Escola Estadual Oscar Artur Guimarães durante passagem por São Vicente, Distrito de Baldim.