quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Andrea Neves: gestão social do Vozes do Morro rompe barreiras

Andrea Neves: gestão social do Vozes do Morro eleva produção musical e transforma a vida de artistas das comunidades.


Andrea Neves: gestão, justiça social e promoção da cultura


Fonte: Agência Minas e Minas em Pauta

Iniciativa do Servas promove qualificação dos músicos e divulgação dos trabalhos autoriais na RMBH; programa já impulsionou carreira de 47 artistas desde 2008


[caption id="" align="alignnone" width="473"]Andrea Neves Andrea Neves em evento do Voz do Morro[/caption]



Samba, pagode, rock, black music, rap, sertanejo e funk. A diversidade musical é uma das marcas do programa Vozes no Morro, ação do Governo de Minas e do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) em parceria com o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de Minas Gerais(Sert-MG) e Sebrae-MG. A iniciativa valoriza e divulga a produção artística de moradores de vilas, favelas e aglomerados da Região Metropolitana de Belo Horizonte, tendo como orientações privilegiar o ineditismo e promover a inclusão cultural.

“O Vozes do Morro é um programa de democratização, que cria oportunidades e rompe barreiras. A música, com seu poder aglutinador, dá o tom de uma ação que mobiliza centenas de pessoas, abrindo janelas por onde podemos nos enxergar melhor, e porta por onde podemos nos aproximar mais uns dos outros”, enfatiza a presidente do Servas, Andrea Neves.

O programa cria condições para realizar projetos autorais, antes restritos às comunidades nas quais estavam inseridos. Desde 2008, o Vozes do Morro já ajudou a impulsionar a carreira de 47 artistas, por meio da divulgação de clipes e spots nas emissoras de rádio e TV do Estado.

Os selecionados trilham caminhos próprios, com agenda de shows cheia e gravação de CDs com vasto repertório. Em alguns casos, como aconteceu com o cantor e compositor Tom Nascimento, da cidade de Santa Luzia, o artista passa a ser referência nas comunidades e até inicia uma carreira internacional.

Após participar da edição de 2008 do programa, Tom Nascimento fez apresentações na Itália,França e Inglaterra. “Ingressei no Vozes do Morro para fortalecer minha produção artística e o trabalho autoral”, frisa o músico, que já integrou o grupo Berimbrown e se apresentou na abertura do novo Mineirão. Atualmente, Tom Nascimento está na turnê do CD que conta com a participação de grandes nomes da música brasileira, como Chico César.

Porém, Andrea Neves destaca que, muito além de uma carreira bem-sucedida, a proposta do Vozes do Morro é valorizar a produção cultural das comunidades. “Temos histórias maravilhosas de sucesso. Mas costumo ressaltar que nosso objetivo não é esse, embora também seja muito importante. Nossa intenção é fazer com que ele possa reforçar, na comunidade, laços de afeto e de identidade cultural entre os moradores”, esclarece.

A iniciativa oferece ainda cursos de formação gerencial, em parceria com o Sebrae-MG, preparando os artistas para a administração de suas carreiras. O curso “O nosso negócio é música” é inédito, desenvolvido especialmente para o programa e obrigatório para os selecionados, com aulas teóricas e práticas. A capacitação também abrange noções de mercado, estratégias de marketing e técnicas de negociação, entre outras disciplinas.

Aspirantes ao sucesso

Selecionada para a última edição do Vozes do Morro, a dupla sertaneja Douglas e Leon, da Vila Pinho (Barreiro), em Belo Horizonte, está certa de que terá grandes oportunidades na carreira. “Um amigo me apresentou e disse que ia fazer nossa inscrição. O Vozes do Morro abriu muitas portas para nós. Ficarmos mais conhecidos, principalmente em Belo Horizonte, e os pedidos para shows têm aumentado”, conta Leon.

O gosto pela música vem de família. O pai de Leon era sanfoneiro e, desde cedo, o sertanejo aprendeu tocar instrumentos. Seu parceiro, Douglas, tinha uma banda de forró. “Depois que ele começou a cantar sertanejo eu o chamei para fazer uma parceria em 2010”, lembra Leon, que ainda revela que, com a projeção, a dupla planeja gravar um CD com músicas inéditas.

Quem também teve contato com o universo da música desde pequeno é Fábio Lúcio, conhecido como Fabinho do Terreiro, do bairro Esplanada, em BH. O sambista, que tem em Paulinho da Viola, Ataulfo Alves, Candeia e Milton Nascimento suas principais referências, começou a tocar cavaquinho aos 14 anos, depois de ganhar o instrumento de presente da sua mãe. Em seguida, passou a se apresentar na capital e a frequentar rodas de samba.

Com mais de 25 anos de carreira, Fabinho enaltece a inédita divulgação do seu trabalho. “Foi a primeira vez que tive um clipe sendo executado na televisão”, frisa. “Isso me deu uma grande projeção musical. O projeto valoriza as pessoas da periferia, da favela, o músico que não tem recursos”, acrescenta o músico ao destacar o lado social da iniciativa.

Um dos integrantes do grupo Raça DMCs, Carlos Rodrigues de Souza, da cidade de Betim, revela que, por acaso, uma abordagem sobre a igualdade social o aproximou do programa. “Eu não queira seguir a careira a artística. Teve um trabalho na escola e resolvemos falar sobre o rap e a igualdade social. O trabalho teve uma boa repercussão e as pessoas me incentivaram a continuar. Resolvi arriscar e deu tudo certo”, recorda.

Coroação do trabalho

Na última quarta-feira (28), 12 artistas solo e bandas selecionados pelo Programa Vozes do Morro em 2011 e 2012 apresentam show no Teatro Alterosa, em Belo Horizonte. O governador Antonio Anastasia participou do evento e destacou a importância do programa por levar ao conhecimento do público artistas antes restritos às suas comunidades.

“O Vozes do Morro tem o objetivo de identificar talentos que são tantos, milhares e milhares. O mais importante é reconhecer o talento firme de todos aqueles que têm possibilidade de cantar, mas que, muitas vezes, não tinham acesso aos meios de comunicação. Agora vamos reavaliar e avançar ainda mais”, afirmou Anastasia.

Além de Douglas e Leon, Fabinho do Terreiro e Raça DMCs, os artistas que se apresentaram no Teatro Alterosa foram: ADS (Aliados do Senhor), Fabinho do Terreiro, Sem Meia Verdade, Lúcio Monteiro, Marcello Matos, Nascidos do Samba, Raça DMCs, Ralfe Rodrigues, Rannah, Tambor do Matição, Vanderli e Wardel.

O programa recebeu o apoio de padrinhos conhecidos como Fernanda Takai, do Pato Fu; Flávio Venturini, Rogério Flausino, do Jota Quest; Samuel Rosa, do Skank; Vander Lee, Lô Borges, o Renegado, Tianastácia, André Valadão e Victor e Leo.

Aécio critica desalinho da gestão da política externa, coluna Folha

Aécio: “O declínio da credibilidade do Itamaraty é um retrato lamentável de uma gestão submersa em questões ideológicas.”


Aécio: coluna Folha de S.Paulo


Aécio: gestão da política externa desalinhada, coluna Folha

Aécio: “a política externa deixou de representar os interesses permanentes do Estado brasileiro para defender o ideário do governo de plantão.

Fonte: Folha de S.Paulo 

(Des)alinhamento


Coluna de Aécio Neves

diplomacia brasileira já viveu dias melhores. As circunstâncias que forçaram a fuga cinematográfica do senador asilado Roger Molina, da embaixada em La Paz para o Brasil, derrubaram o pouco que restava da imagem de profissionalismo da nossa chancelaria.

Longe de ser fato isolado, o episódio se inscreve em um incrível rol de desacertos que se acumulam na gestão da política externa, desde que a ela se impôs um nítido viés ideológico.

Brasil não reagiu, por exemplo, à expropriação das refinarias da Petrobras em Santa Cruz; colaborou para afastar o Paraguai do Mercosul, abrindo as portas à Venezuela chavista; apoiou com eloquência o governo iraniano e achincalhou o instituto do asilo, ao deportar, em tempo recorde, dois boxeadores cubanos durante os Jogos Pan-Americanos de 2007.

Agora, a contratação de médicos estrangeiros tangencia a dimensão dos direitos humanos, ao impor, apenas aos profissionais cubanos, uma condição de permanência no país que afronta a Constituição. O governismo tenta reduzir a questão aos que seriam contra ou a favor de contratar mais médicos para a população, evitando o debate em torno da falta de transparência da iniciativa, que alimenta especulações graves: o país negará aos cubanos o tratamento que oferece aos cidadãos de outros países? Poderão, se quiserem, casar e viver no Brasil? Se pedirem asilo, serão deportados?

Ao enfraquecer o patrimônio ético e moral do asilo, que já salvou a vida de centenas de brasileiros vítimas de perseguição política, o país se apequena diante da comunidade internacional.

O esforço feito no passado para reinserir o Brasil no mapa global, com atuação relevante em temas importantes no âmbito multilateral, tem sido muito atingido. A verdade é que a política externa deixou de representar os interesses permanentes do Estado brasileiro para defender o ideário do governo de plantão.

Entre outros alinhamentos, o Brasil deixou em posição secundária a cooperação com os países desenvolvidos para priorizar as relações com nações emergentes e com os vizinhos no continente, em especial os afinados ideologicamente. Com isso, nossa fatia no comércio internacional vem declinando e nos últimos anos firmamos apenas três acordos comerciais, com países de pouca relevância. Esta política enviesada alija nossas empresas das cadeias globais de produção e, dessa maneira, deixa de gerar aqui empregos de melhor qualidade.

declínio da credibilidade do Itamaraty é um retrato lamentável de uma gestão submersa em questões ideológicas. E de um governo que se supõe sinônimo de país, incapaz de perceber a diferença entre a conveniência de um e os interesses maiores do outro.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Eleições 2014: Aécio e Campos estratégias rumo à Presidência

Eleições 2014: “Nossa convergência se dá em cima de projetos e de uma identidade  grande na nossa visão de Brasil”, comentou o senador.


Eleições presidenciais: Alianças para 2014


Eleições 2014: Aécio e Campos traçam novas estratégias

Eleições 2014: Aécio e Campos jantaram na residência do governador pernambucano nesta quinta-feira.

Fonte: O Globo

Aécio se reúne com Campos e nega pacto para 2014 com PSB


Presidenciáveis se encontraram em jantar na noite desta quinta-feira, em Recife


Senador mineiro exaltou longa relação com Campos

senador Aécio Neves (PSDB) negou, na noite desta quinta-feira, que teria feito um pacto com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), em prol do fortalecimento de suas prováveis candidaturas à presidência em 2014. O senador mineiro jantou na residência de Campos, em Recife.

— Não existe esse pacto formal, existe um respeito mútuo que não é de hoje. A nossa convergência se dá em cima de projetos e de uma identidade grande que encontramos na nossa visão de Brasil. Não é um pacto formal de aliança, mas eu nunca escondi que gostaria muito de um dia construir uma nova agenda para o Brasil, iniciando um novo ciclo no país, ao lado do governador Eduardo Campos — comentou Aécio neves.

Apesar da negativa, o cardápio principal do encontro foram as costuras, visando os prováveis cenários para as eleições do próximo ano.

— Eu tenho com Eduardo uma relação muito antiga que transcende a questão política. O cardápio da minha visita aqui em Pernambuco é um só: um Brasil mais solidário, mais justo, Mesmo estando em campos políticos eventualmente e circunstancialmente diferentes. não perdemos a capacidade de dialogar.

presidente nacional do PSDB falou com muita naturalidade sobre as prováveis alianças que o seu partido deverá fazer com o PSB nas eleições estaduais.

— Eu não vejo dificuldades para estarmos no mesmo palanque em determinados estados. Em meu estado, por exemplo, essa convivência é antiga e vem desde o meu primeiro governo. Em São Paulo, essa parceria é muito sólida e ela se espalha por todo Brasil — elencou Aécio.

Mais cedo, o governador de Pernambuco também afirmou que o encontro entre os dois não teria caráter político.

Apagão

Em relação ao apagão que atingiu oito estados do Nordeste e mais 24 cidades do Maranhão na última quarta-feira, Aécio criticou a falta de planejamento do governo federal no setor elétrico. Na avaliação dele, a gestão do PT descapitalizou as empresas do setor elétrico, o que teria gerado menos investimento na área.

— O que há no setor, independente da causa pontual do apagão que eu não sei o que foi, é uma falta planejamento nessa área. Houve um excesso de intervencionismo do governo, que terminou assustando o investidor. Nós sempre defendemos dentro do PSDB a redução das tarifas de energia.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Aécio desvio: TJMG desmascara, por unanimidade, farsa do PT

Por unanimidade, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) anulou o processo movido contra o senador e ex-governador Aécio Neves (PSDB-MG) por uma promotora de Justiça que questionava os critérios de investimento da Saúde durante parte de seu período à frente do governo de Minas Gerais.



Fonte: Coluna do Ricardo Setti - Revista Veja

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais, por unanimidade, anulou ontem o processo movido contra o senador e ex-governador Aécio Neves (PSDB-MG) por uma promotora de Justiça que questionava os critérios de investimento do Saúde durante parte de seu período à frente do governo do Estado (o mandato se estendeu de 2003 a 2010).

A ação judicial questionava se os 4,3 bilhões investidos em saneamento por empresa pública do estado poderiam ser considerados gasto em saúde, mas adversários do presidenciável tucano e blogs alugados espalhados por toda parte acusavam-no de “desvio de dinheiro público” — como se o ex-governador tivesse desviado, para si, dos cofres públicos.

Acusavam-no, portanto, de ladrão.

Na decisão,os desembargadores – os mesmos que julgaram o recurso  técnico anterior –  questionaram as motivações da promotora, que, segundo a decisão, não tinha competência legal para mover a ação. Registraram também que, na mesma época, diversos outros  Estados seguiram o mesmo procedimento sem infringir qualquer lei.

O processo decidido pelo TJ mineiro é algo a que estão sujeitos quaisquer ex-governantes: a uma ação de iniciativa do Ministério Público estadual, no caso tendo à frente a promotora Josely Ramos Pontes, que questionou, junto à Justiça, os critérios dos investimentos em saúde feitos por Aécio como governador.

O principal ponto do processo era impugnar que fossem considerados investimentos em saúde, além do dinheiro dos cofres estaduais aplicados no setor, os recursos próprios aplicados pela estatal Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) em saneamento básico (água e esgotos).

Além disso, a promotora levantou a possibilidade de que houvessem sido transferidos fundos do Tesouro de Minas para a Copasa, o que não seria legal. A Advocacia-Geral da União, que defende perante a Justiça os ex-governadores, apresentou provas de que não houve transferência de dinheiro — a única forma de o Tesouro de um Estado injetar recursos numa empresa pública é via aumento de capital, o que não ocorreu, segundo a Comissão de Valores Mobiliários, que fiscaliza empresas com capital em bolsa, como é o caso da Copasa.

Foram apresentados também documentos de auditorias realizadas pela própria empresa e por empresas especializadas independentes corroborando que não houve injeção de dinheiro.

MP estadual também processou Itamar pelo mesmo motivo

Diga-se de passagem que não se tratou de uma “acusação” apenas contra Aécio. A mesma integrante do Ministério Público mineiro, junto com outros dois colegas, já movera ação semelhante contra o ex-governador e ex-presidente Itamar Franco, que governou Minas entre 1999 e 2003 — um homem público probidade reconhecida até por inimigos. O ex-presidente faleceu em 2011, quando exercia mandato de senador.

A promotora pretendia que a Justiça enquadrasse Aécio por improbidade administrativa (lei nº 8.429, de 1992).

Tanto Aécio como o ex-presidente Itamar — cujo processo foi extinto por sua morte — estariam enquadrados na legislação porque teriam deixado de seguir conduta obrigatória, não investindo em saúde os percentuais do Orçamento estadual previstos em lei, mesmo que não tenha havido prejuízo ao Tesouro.

No entender da promotora, teria ocorrido “um dano moral”.

“A acusação é apenas de um suposto desvio de finalidade na utilização dos recursos”, disse Aécio ao blog ainda no curso do processo. “Não existe nenhum centavo desaparecido de nenhum lugar”. Ademais, acrescenta o senador, “os valores referem-se a investimentos em saneamento feitos nas regiões mais pobres do Estado. ( pequenas comunidades dos vales do Jequitinhonha e Mucuri ), o que ajudou a salvar a vida de milhares de crianças pobres”.

O senador considerou, na ocasião, que o processo tem “claro viés político”.

Governo Lula fez coisa parecida, e foi considerada legal
Se a tese defendida pelo MP estadual mineiro valesse, até o governo federal lulopetista teria problemas, uma vez que, durante o lulalato, recursos do programa Fome Zero foram declarados como investimentos em saúde e aceitos sem problemas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Vários Estados brasileiros atuaram da mesma forma, inclusive Estados com governadores petistas, como o Rio Grande do Sul, com Tarso Genro.

Os percentuais dos orçamentos da União, dos Estados e municípios foram estabelecidos em setembro de 2000 pela Emenda Constitucional nº 29, aprovada pelo Congresso. Houve, porém, uma grande disputa política pela regulamentação da emenda, que se estendeu até o ano passado.

Enquanto a emenda não foi regulamentada, ficou cabendo aos tribunais de contas dos Estados a decisão sobre o que podia ou não ser classificado como investimento em saúde. No caso mineiro — como, aliás, nos dos demais Estados em idêntica situação –, o Tribunal de Contas considerou regular a conduta do governo.

Em Minas, o Tribunal “recomendou”, porém, que se diminuíssem os valores investidos pela estatal de saneamento.

A campanha que estava em curso na web acusando Aécio de crimes, insinuando que houve “desvio” como se fosse roubalheira, era orquestrada por gente, sobretudo do PT e de grupos de esquerda radical, com o evidente objetivo de atingir o candidato do PSDB à Presidência em 2014.

Até jornalistas críticos duríssimos do partido e dos tucanos, porém, vinham mostrando que se tratava de mentira. Vejam, por exemplo, este link. 

Veja vídeo humorístico que também desmascara a farsa da guerrilha digital do PT na internet.

http://www.youtube.com/watch?v=buZzlnD63O4

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Aécio garante PEC que promove desoneração fiscal

Aécio garante PEC para ressarcir perdas fiscais


Aécio: senador aprovou proposta que põe fim às perdas de estados e municípios causadas por desonerações promovidas pelo governo federal.


Aécio: desonerações fiscais para estados e municípios


Aécio: PEC 31 é aprovada na CCJ. 

Fonte: PSDB

PEC de Aécio Neves que garante ressarcimento de perdas fiscais a estados e municípios é aprovada na CCJ




Aprovada nesta quarta-feira (21/08), na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, a proposta do senador Aécio Neves que põe fim às perdas de estados e municípios causadas pelas desonerações fiscais promovidas pelo governo federal.

PEC 31 obriga o ressarcimento das perdas financeiras que atingem os fundos de participação de estados (FPE) e municípios (FPM) por incentivos fiscais federais. Agora, a PEC segue para votação no plenário do Senado. O líder do governo no Senado, senador José Guimarães (PT), foi o único a votar de forma contrária à proposta.

Minas: parceria permite hospitais emitirem certidão de nascimento

Meta é levar  iniciativa a mais 33 unidades hospitalares em Belo Horizonte


Minas Gerais: movimento pela cidadania


Minas: movimento pela cidadania
Fonte: Agência Minas

Documento é a única maneira de garantir às pessoas o reconhecimento formal enquanto titulares de direitos, permitindo o pleno exercício da cidadania




Com apenas 11 dias de vida, Gabriel conquistou, nesta terça-feira (20), o direito à cidadania ao receber, antes mesmo de deixar a maternidade, a sua certidão de nascimento. A facilidade para o registro civil só foi possível devido à inauguração oficial da primeira unidade interligada para a emissão do documento no Hospital Sofia Feldman, em Belo Horizonte. A próxima unidade, já em fase de teste, será aberta pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) na Maternidade Municipal de Contagem (Famuc).

“A emissão da certidão no próprio hospital é muito importante para as mães e facilita até mesmo a consulta dos bebês”, frisa a estudante Aparecida da Silva, de 24 anos, mãe dos gêmeos Gabriel e Miguel, este último ainda internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Sofia Feldman. Ela aproveitou a visita do pai dos bebês, o marceneiro José Antriz Januário, de 22 anos, para registrar os filhos.

O projeto para erradicação do sub-registro civil em Minas é realizado pela Sedese, em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Corregedoria Geral de Justiça de Minas Gerais, cartórios e o Sindicato dos Oficiais do Registro Civil das Pessoas Naturais (Recivil).

“A meta da Sedese é levar essa iniciativa, até junho de 2014, a mais 33 unidades hospitalares em Belo Horizonte, Região Metropolitana e semiárido mineiro”, afirma o secretário da Sedese, Cássio Soares. “Em parceria com o Tribunal de Justiça, com a Recivil e as unidades hospitalares, estamos trabalhando para garantir o registro antes mesmo que o recém-nascido deixe o hospital”, completa o secretário.

De acordo com dados do Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 12.157 mineiros, com até 10 anos de idade, não possuíam o registro civil naquele ano. E a certidão de nascimento é a única maneira de garantir às pessoas o reconhecimento formal enquanto titulares de direitos, permitindo o pleno exercício da cidadania.

Diante deste cenário, segundo Cássio Soares, a Sedese também vai realizar 88 mutirões em diversas comunidades tradicionais, como quilombolas, indígenas e ciganas, principalmente em municípios com alto índice de sub-registro civil de nascimento.

Movimento pela cidadania

Após o descerramento da placa de inauguração da unidade do Sofia Feldman, que realiza cerca de 900 partos por mês, o diretor do Recivil, Nilo Nogueira, disse que a iniciativa é um marco histórico para Minas. Segundo Nilo Nogueira, hoje existem 1.500 cartórios no Estado e a intenção é aproveitar a inovação tecnológica e os avanços da internet, para facilitar a vida do cidadão. “Hoje, já termos cerca de mil cartórios informatizados. Esperamos que, de seis meses a um ano, seja possível interligar todos os cartórios no Estado”, planeja.

O corregedor-geral de Justiça, desembargador Luiz Audebert Delage, afirmou que a intenção é levar o projeto às grandes cidades do Estado. “A partir de agora, haverá uma interligação entre a maternidade e a cidade de origem da família dos pais do recém-nascido, que podem optar por fazer o registro na unidade interligada ou na cidade de origem”, explica.

O presidente do Tribunal de Justiça, Joaquim Herculano, salientou que é a partir do nome que o cidadão se torna referência para o mundo e garante o exercício dos seus direitos. “Esta solução só está sendo adotada porque existem pessoas sérias que aderiram à causa. O cidadão precisa contar a sua história e ser reconhecido”, destaca.

“Hoje, aqui (maternidade Sofia Feldman), não nascem mais crianças, nascem cidadãos”, disse o advogado Obregon Gonçalves, membro do Conselho Curador da Fundação de Assistência Integral à Saúde / Hospital Sofia Feldman.

PAC Cidades Histórias: Aécio critica relançamento de programa

Aécio: senador lembrou que a primeira vez que Dilma anunciou recursos do PAC para cidades históricas foi em 2009, em Ouro Preto.


Aécio: Eleições 2014


Fonte: Correio Braziliense

Aécio ironiza viagem de Dilma


Para o tucano, presidente fez em Minas o quinto anúncio do mesmo programa e desrespeitou os mineiros

presidente nacional do PSDBsenador Aécio Neves (MG), considerou desrespeitosa a visita feita ontem pela presidente Dilma Rousseff à cidade mineira de São João del-Rei para anunciar a liberação de R$ 1,6 bilhão para o Programa de Aceleração do Crescimento (PACdas Cidades Históricas.

Para Aécio, provável candidato do partido ao Planalto em 2014, Dilma se esqueceu das várias lacunas nos serviços federais nos estados e concentrou-se em anunciar, pela quinta vez, o mesmo programa (leia abaixo). “Eu esperava que ela tivesse com os mineiros a mesma consideração que demonstrou ter com o ET de Varginha”, ironizou o presidenciável do PSDB.

A provocação de Aécio refere-se a uma declaração da presidente feita no início do mês. Em visita a Varginha, no sul do estado, ela disse a rádios locais que tinha muito respeito pelo suposto extraterrestre que teria sido visto na cidade mineira na década de 1990. “Eu sei que aqui quem não viu conhece alguém que viu. De qualquer jeito, eu começo dizendo que esse respeito pelo ET de Varginha está garantido”, brincou.

Aécio lembrou que a primeira vez que Dilma anunciou recursos do PAC para cidades históricas foi em 2009, em Ouro Preto. A presidente era ministra-chefe da Casa Civil, Lula era o presidente da República e Aécio, governador de Minas. De lá para cá, segundo o tucano, foram mais três anúncios dos mesmos recursos com as mesmas finalidades, culminando com a solenidade de ontem. “Dilma deveria lembrar de outras questões mineiras ao invés de ficar repetindo anúncios”, disse Aécio.

Agenda eleitoral
Aécio Neves prepara uma série de viagens pelo país para consolidar-se como alternativa concreta ao PT nas eleições do ano que vem. Um dos focos será São Paulo, onde conseguiu avanços ao incorporar tucanos paulistas na direção partidária, como o ex-vice-governador do estado Alberto Goldmann e o deputado Mendes Thame. O primeiro é um dos vice-presidentes da legenda, e o segundo, secretário-geral.

presidenciável do PSDB estará neste fim de semana em Ribeirão Preto e Barretos – aproveitando os últimos dias da Festa do Peão. “Vamos conversar com nossos deputados e prefeitos para saber as demandas da região”, disse Aécio.

A partir de setembro, o PSDB organizará quatro grandes seminários regionais para consolidar o senador mineiro como um nome nacional. Todos serão promovidos em cidades ou estados administrados pelo PSDB e reunirá todas as lideranças do partido nas respetivas regiões.

O primeiro seminário está marcado para 15 de setembro, em Curitiba, com a participação de tucanos da Região Sul. Depois, a caravana tucana pousa em Maceió, cidade governada pelo correligionário Rui Palmeira. O estado de Alagoas também está sob o comando do PSDB há dois mandatos, com Teotônio Vilela Filho.

A terceira escala será em Manaus, do prefeito Arthur Virgílio, que impôs, no ano passado, uma das maiores derrotas ao PT e a Lula, que empenhou-se pessoalmente para eleger a comunista Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) prefeita da cidade. O ciclo de seminários termina em meados de outubro, em Goiânia.

Aécio assegurou que, cada vez mais, o PSDB vai firmar-se como uma oposição sem adjetivos. “Está cada vez mais claro o mal que o PT está fazendo ao país. É contra esse intervencionismo na economia, esse projeto social que apenas administra a pobreza e não acaba com ela, que nós precisamos nos posicionar”, completou.

“Eu esperava que ela (Dilma) tivesse com os mineiros a mesma consideração que demonstrou ter com o ET de Varginha”

“Dilma deveria lembrar de outras questões mineiras ao invés de ficar repetindo anúncios”


Aécio Neves, presidente nacional do PSDB