sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Conversa com brasileiros: Aécio defende gestão pública eficiente

Assista o vídeo: “Estamos conversando com o Brasil real, ouvindo e construindo um projeto para o Brasil”, disse Aécio Neves na TV.


PSDB: Diálogos abertos com a população


http://www.youtube.com/watch?v=LfvStZKZjtA&feature=c4-overview&list=UUlAv3-U6s5UDMh6NPcgBkMw

Conversa com brasileiros: Aécio conversa com estudantes de SP na TV: “Tenho visão diferente daqueles que estão no governo e acham que o Estado faz tudo pra você. Quem muda o Brasil é você”.

Fonte: Valor Econômico

Na TV, Aécio critica inflação, infraestrutura e educação


O programa partidário do PSDB que foi ontem ao ar em rede nacional mostrou o senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do partido e pré-candidato à Presidência da República, em viagem por cidades de quatro Estados brasileiros (Paraíba, Ceará, Mato Grosso e São Paulo), nos quais mostra exemplos e conversa informalmente com moradores sobre inflação, desperdício de recursos públicos, falta de infraestrutura para escoamento agrícola e educação.

Nos dez minutos do programa, que não tem efeitos especiais, aponta os problemas e deixa clara a diferença com o PT em relação ao papel do Estado. O recado do tucano é que o Estado tem que dar as condições, mas quem muda a vida do cidadão é o próprio cidadão.

“Estamos conversando com o Brasil real, ouvindo e construindo um projeto para o Brasil”, afirma o presidenciável, no início do programa, que é aberto com o título de “O PSDB apresenta: Conversa com os Brasileiros“.

Aécio é a única liderança do PSDB a aparecer, o que marca uma diferença em relação ao de maio, quando dividiu a tela com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o governador Geraldo Alckmin e seu antecessor, José Serra.

Em Campina Grande (PB), primeira parada, o senador conversa com a feirante Suênia sobre o aumento dos preços dos alimentos. Ela relata que fornece 150 refeições por dia e teve de aumentar preço porque comprava o quilo do feijão por R$ 3 e agora não encontra por menos de R$ 6 a R$ 7. “O lucro diminui”, conta Suênia. “Vejo o governo dizendo que a inflação está sob controle”, comenta o senador. No caminho para a próxima cidade, Mauriti (CE), Aécio defende o empreendedorismo, mas diz que as pessoas ficam desestimuladas com o aumento do preço dos alimentos, e conclui: “Governo tem que cuidar da economia, ter tolerância zero com a inflação.”

Em Mauriti, Aécio mostra um trecho abandonado da obra da transposição do rio São Francisco e conversa com o agricultor Francisco, que se queixa da seca, diz que a obra está parada há três anos e confessa não ter “fé” de ver a água passando por ali. “Dá uma tristeza danada ver a obra do jeito que ficou”, afirma Aécio ao agricultor.

A próxima cidade visita é Sorriso (MT), onde Aécio conversa com produtores rurais. “Aqui, a gente percebe o que é o Brasil hoje: da porteira para dentro, não tem país mais produtivo. O problema começa da porteira pra fora, na hora de escoar a produção”, diz.

Os agricultores contam que produzem mais do que esperavam, mas o problema é a falta de infraestrutura para escoar a produção. Relatam que a previsão é que em dez anos a produção de soja, milho e algodão do Mato Grosso seja dobrada e que a estrada é a mesma há 30 anos. “Infelizmente, do ponto de vista de infraestrutura logística, o Brasil parou no tempo. Isso não pode acontecer. Está na hora de inaugurar um tempo onde o setor privado seja estimulado cada vez mais a produzir e o setor público faça a sua parte: utilizar as hidrovias que estão abandonadas, fazer as ferrovias que ficaram pelo meio do caminho e as rodovias essenciais ao desenvolvimento do país”, diz Aécio.

O presidenciável termina o programa na capital de São Paulo. Lá, a conversa é com um grupo de jovens e sobre educação e ensino profissionalizante. O senador fala que o Brasil tem dois desafios: voltar a crescer de forma sustentável, para gerar emprego, e investir em educação de qualidade.

Ele cita o programa de ensino técnico do governo Alckmin, que diz considerar extraordinário. Diz que vê dois “Brasis”: “Um é esse do paternalismo, do Estado que passa a mão na tua cabeça. Mas, do outro lado, é o Brasil do Henrique [o estudante que aparece], que acorda de manhã, olha no espelho, dá um sorrisão e fala ‘vou estudar, trabalhar, porque vou construir um tempo melhor pra mim’”.

Sentado com um grupo de jovens em uma escadaria da capital, o senador conta que, ao assumir o governo de Minas, definiu a educação como prioridade e estabeleceu metas. Quando uma meta era alcançada, todo mundo que trabalhava no local recebia um salário a mais. Isso, segundo ele, garantiu um “salto de qualidade” na educação de Minas, considerada a melhor do país – segundo o Ministério da Educação, como diz.

Um tema da conversa com o grupo são as manifestações de rua. Ele pergunta o que motivou uma jovem a ir às ruas. Ela responde que decidiu ir atrás dos seus direitos. E Aécio comenta que os protestos não foram contra um partido ou um governante. Foram contra todos que fazem política.

“Está todo mundo cansado de enrolação, das mesmas promessas”, diz. Ao ser perguntado por qual razão os jovens deveriam acreditar que um governo do PSDB seria diferente, Aécio dá o recado final. “Eu tenho uma visão diferente daqueles que estão no governo hoje, que acham que o Estado faz tudo pra você. Eu acho que quem muda o Brasil é você.”

Aécio Neves e as propostas para o Brasil

Aécio Neves, com sua atuação destemida em prol dos interesses da sociedade representa uma alternativa concreta", comentou Juvenal Araújo.


“A importância dos encontros regionais”, por Juvenal Araújo




juvenal araujo foto PSDB-MGUm dos desafios permanentes dos partidos políticos na atualidade é alcançar o eleitorado, apresentando a proposta que defendem para a sociedade. Mais difícil é conseguir a sintonia com os anseios populares.

Aécio Neves, com sua atuação destemida em prol dos interesses da sociedade representa uma alternativa concreta, percebida pelos cidadãos, para a realização de altos objetivos nacionais. Sua visita aos estados irá alicerçar uma maior consolidação do PSDB como o partido que melhores propostas apresenta para o desenvolvimento da sociedade brasileira.

Para o Tucanafro essas visitas se revestem de maior significação uma vez que foi a partir da ação política do PSDB, pelas mãos habilidosas de FHC, que se iniciou a construção das políticas voltadas para o resgate da divida social com a população afrodescendente.

Aécio reúne as qualidades de líder e estadista, é coerente e age com justiça, não se omitindo das ações de sua competência, possui um comportamento ético, igualitário e humano, o que possibilita maior credibilidade, aceitação e aproximação com o povo.

*Presidente Nacional do Secretariado da Militância Negra do PSDB – Tucanafro

Andrea Neves: ação social sustentável em Minas

Andrea Neves: presidente do Servas, entidade do 3º Setor que desenvolve ações para melhoria das condições de vida da população em Minas.


Andrea Neves: biografia social


Fonte: Wikipedia

À frente do Servas, Andrea Neves é responsável por um conjunto de iniciativas que visam complementar a atuação do Poder Público. São programas e projetos voltados para crianças, jovens, adultos e idosos, em apoio a instituições filantrópicas de serviços assistenciais, aos municípios e às comunidades, conforme descritos a seguir.

Programa Valores de Minas


Lançado por Andrea Neves, em 2005, o Programa Valores de Minas proporciona atividades culturais a jovens mineiros nas áreas de teatro, circo, música, dança e artes plásticas. A cada ano, são cerca de 500 estudantes da rede pública estadual integrantes do Projeto Escola Viva, Comunidade Ativa que tomam parte das oficinas de arte. Entre 2005 e 2009, formaram-se 3.000 pessoas, entre alunos, multiplicadores, professores de arte da rede estadual e ex-alunos que fizeram o curso de extensão, de acordo com dados do “Relatório de Atividades Servas – 2003 a março de 2010″.




Andrea Neves e Danielle Miterrand em visita às instalações do Programa Valores de Minas.

Em parceria com o Governo de Minas, o programa cria as condições para o crescimento pessoal e a construção da história de vida desses jovens. A iniciativa contempla a formação mais ampla do cidadão: história da arte, literatura, ética e cidadania, também estão no currículo, além da participação na vida cultural da cidade.

Um espetáculo multicultural sintetiza o Programa Valores de Minas, ao final de cada ano. Os estudantes participam da elaboração do roteiro, da trilha sonora, da produção do cenário, figurino e adereços. É uma vitrine onde a sociedade, a família, os colegas assistem e aplaudem o resultado de todo o processo de aprendizado, numa ação conjunta. Cinco espetáculos, assistidos por mais de 20.000 mil pessoas, elogiados pelo público e crítica, marcam a história do projeto: “Delírio Barroco”, “Estrada dos Sonhos” e “Opara”, este sobre o Rio São Francisco, “Sempre Alegre, Miguilim”, baseado na obra de Guimarães Rosa e “Metrópole.

Programa Vozes do Morro


Uma das iniciativas do Terceiro Setor de maior sucesso entre os moradores de vilas, favelas e aglomerados da Região Metropolitana de Belo Horizonte é o Programa Vozes do Morro , criado por Andrea Neves, sua principal incentivadora desde o começo, em 2008.

O objetivo é mobilizar as comunidades em torno da valorização do talento dos seus moradores, descobrir talentos e dar voz a músicos e à arte produzida na periferia, sem visibilidade por permanecer restrita aos círculos comunitários. O Vozes do Morro tem como parceiros o Governo de Minas Gerais, o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de Minas Gerais (Sert-MG) e o Sebrae-MG, com apoio de emissoras de rádio e televisão de Belo Horizonte. Entre 2008 e 2010, o Vozes do Morro divulgou o trabalho de 34 bandas e músicos, entre os quais quatro convidados, por meio de spots e clipes. Cada selecionado ou convidado recebeu 100 cópias de um CD e 100 cópias de um DVD com gravação de sua música.

Representando os artistas convidados para participar do projeto, Rogério Flausino, vocalista da banda Jota Quest, destacou o ineditismo do projeto e estimulou os músicos de vilas e favelas a participarem do Vozes do Morro: “São projetos como esse que fazem com que as pessoas tenham um ideal”, disse ele.

Campanha Volta


No início de 2006, o Movimento Minas Solidária e a Polícia Civil de Minas Gerais, desencadearam a Campanha Volta 4 5 , liderada por Andrea Neves, para localizar pessoas desaparecidas e reintegrá-las ao convívio de parentes e amigos, com amplo apoio dos veículos de comunicação. Até março de 2010, haviam sido cadastradas 6.711 pessoas desaparecidas, e foram solucionados 4.827 casos, conforme dados do site do Servas.

Brinquedoteca Hospitalar


Com apoio do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Minas Gerais (Cedca), Andrea Neves organizou a Brinquedoteca Hospitalar, com cinco unidades em funcionamento na capital mineira, de acordo com dados do “Relatório de Atividades Servas – 2003 a março de 2010″. Duas delas estão na Santa Casa de Misericórdia (alas A e B, no 3º andar), uma no Hospital Infantil João Paulo 2º, antigo Centro Geral de Pediatria (CGP), uma no Hospital da Baleia e uma Centro Psíquico da Adolescência e Infância (Cepai).




Andrea Neves em visita à Brinquedoteca Hospitalar instalada no Hospital da Baleia, em Belo Horizonte.

Pacientes infantis em hospitais públicos ou filantrópicos recebem brinquedos variados, figuras, livros e filmes e têm acesso a jogos. O objetivo é contribuir para a recuperação deles, por meio de atividades lúdicas e educativas, garantindo o seu direito de brincar em um espaço bonito, alegre e confortável. O material e as atividades servem como estímulos positivos na recuperação da saúde e também ajudam na aprendizagem.

As unidades foram projetadas considerando-se as necessidades afetivas, sociais e psicopedagógicas de crianças hospitalizadas. Buscam ainda tornar a criança parceira ativa em seu processo de tratamento, aumentando a aceitabilidade em relação à internação hospitalar, de forma que sua permanência seja mais agradável.

Foram implantadas também 170 unidades da Brinquedoteca Hospitalar Móvel em hospitais públicos e filantrópicos das diversas regiões de Minas. Trata-se de um módulo desenvolvido para atender pacientes até 14 anos de idade em hospitais do interior que não possuem ala pediátrica específica. Compõe-se de TV, DVD, filmes, CDs, jogos, brinquedos e livros, além de mesas de apoio.

Programa Digna Idade


Uma das primeiras iniciativas de Andrea Neves no Servas, em pareceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Esportes (Sedese), foi a implantação do Programa Digna Idade, lançado em outubro de 2003, para dar suporte às instituições que atendem à população idosa de Minas Gerais. Entre 2003 e 2009, 467 instituições foram atendidas, com a capacitação de 2.321 pessoas, beneficiando 17.761 idosos de todas as regiões do Estado7 .

O Digna Idade teve o apoio financeiro do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Fundação Djalma Guimarães, mantida pela Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), no seu lançamento, além da participação das prefeituras municipais e do Ministério Público Estadual e da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio).

A finalidade é garantir melhores condições de vida aos cidadãos atendidos em instituições de longa permanência para a terceira idade, assegurando-lhes vida digna e residência de qualidade. O Digna Idade atua em várias regiões de Minas, garantindo apoio técnico e recursos para investimentos em infra-estrutura e capacitação de pessoal.

Movimento Minas Solidária


Ação inaugural de Andrea Neves no Servas, o Movimento Minas Solidária foi instituído em janeiro de 2003, na primeira semana em que ela assumiu a presidência do Servas, como resposta da sociedade organizada de Minas Gerais às conseqüências das chuvas que atingiram o Estado naquela época, as piores dos 18 anos precedentes. De acordo com a Defesa Civil Estadual, as águas haviam deixado um rastro de destruição em 204 municípios, com 50 mortos, 292 feridos, 12.500 desabrigados e 31.000 desalojados no período mais crítico.

Sob a coordenação institucional do Servas e operacional da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec-MG), o movimento reuniu entidades de classe, empresas privadas, sindicatos, veículos de comunicação, prefeituras e cidadãos com o objetivo de formar uma rede de solidariedade e apoio às famílias prejudicadas. Essa iniciativa permitiu a realização de uma das maiores campanhas de voluntariado e doações da história de Minas Gerais.

O Minas Solidária é resultado dessa parceria, que se deu inicialmente em duas etapas. A primeira foi de socorro emergencial, para atender às necessidades imediatas de abrigo, alimentação, agasalhos e medicamentos, entre outras: foram arrecadados e distribuídos mais de 2,1 milhões de donativos, entre colchões, cobertores, roupas e alimentos outros itens, para 201 municípios. Na segunda etapa, em ação inédita, houve a construção e doação de novas moradias para 953 famílias em 60 municípios.

Nos anos seguintes, o Movimento Minas Solidária se ampliou e passou a ajudar também os que sofrem os efeitos da seca. Da mobilização resultou, por exemplo, a aquisição de móveis e equipamentos para as casas doadas pelo Governo de Minas às famílias vítimas do terremoto ocorrido no município de Itacarambi, no Norte do Estado, em dezembro de 2007.

Combate à fome: VitaVida


Programa para combater a fome e o desperdício de alimentos, o VitaVida é uma evolução do programa Vitasopa, implantando em 1998, em Minas Gerais, mediante o aproveitamento de excedentes da produção agrícola doados por produtores rurais e comerciantes de várias regiões do Estado. Nos últimos anos, graças ao desenvolvimento de tecnologia de desidratação, produz mix de cereais e vegetais, batata, cenoura, mandioca e banana-passa, usados como complementação alimentar.

A partir de 2003, Andrea Neves deu grande impulso ao VitaVida, em colaboração com a Secretaria de Desenvolvimento Social e Esportes (Sedese) do Governo de Minas Gerais. De acordo com o “Balanço de Resultados Servas – 2008″, foram instaladas três novas fábricas, em Janaúba, Montes Claros e Uberaba, permitindo a expansão do atencimento. No período de 2003 a março de 2010, foram produzidos mais de 12 milhões de refeições, distribuídos de maneira gratuita e permanente para cerca de 600 entidades assistenciais mineiras. Também foram atendidas 3.200 crianças de núcleos da Associação de Apoio, Amparo e Proteção à Crianças, da Pastoral da Criança, em Montes Claros, no Norte de Minas.

No começo de 2009, a produção era de 216.000 refeições por mês em três fábricas (Janaúba, Contagem e Uberaba). E também 750 quilos de banana-passa por mês, na unidade de Montes Claros, o equivalente a 15.000 porções por mês. No total, esses alimentos chegavam diretamente a cerca de 18.000 pessoas por mês, entre crianças, adolescentes, adultos e idosos, considerando-se três refeições/semana por pessoa. A distribuição é realizada pelo Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) e pela Empresa Mineira de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), que também faz acompanhamento, avaliação da produção e monitoramento dos resultados.

Centro Mineiro de Referência em Resíduos


Localizado em Belo Horizonte, o Centro Mineiro de Referência em Resíduos busca alternativas de transformação de resíduos em oportunidades de trabalho e renda para a população, em cinco áreas prioritárias: apoio à gestão municipal de resíduos; qualificação profissional; comunicação e informação; pesquisa e desenvolvimento e educação ambiental e eventos. Ocupa espaço de 10.000 m², com auditório para 320 lugares, oficinas especializadas, biblioteca, salas de aula, ampla área coberta e descoberta para exposições e eventos.



Adolescentes comemoram a conclusão do Curso de Reciclagem do Centro Mineiro de Referência em Resíduos.

Sua implantação, em 2007, resultou de parceria do Servas com a Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam). De junho de 2007 a 2008, ressaltam-se os seguintes resultados: qualificação profissional de 280 jovens no Curso Gestão e Negócios de Resíduos a sensibilização para o consumo consciente de 1.732 participantes do programa Poupança Jovem e a participação de 9.128 alunos de escolas públicas e privadas no Portas Abertas. Também foram realizadas sete mostras e exposições de arte sustentável; sete edições da Série Diálogos – Sustentabilidade e Resíduos; realização de sete mostras de arte, com público de cerca de 25.000 pessoas.

Veja tambémFacebook Oficial de Andrea Neves

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Vamos Conversar: Aécio bate-papo com jovens em programa do PSDB

Ideia da equipe de comunicação de Aécio é estender dez minutos de TV para ambiente on-line, reforçando o bordão “Vamos conversar”.


Aécio Neves: 2014


Vamos Conversar: Aécio bate-papo com jovens em programa do PSDB

Vamos Conversar: o foco da propaganda gratuita do PSDB neste segundo semestre é tornar Aécio conhecido do eleitorado.

Fonte: O Globo


Aécio fará bate-papo em vídeo amanhã após programa do partido ir ao ar


Coordenador do Afroreggae deve participar do debate, que trará ainda economista, músico e um sociólogo

senador Aécio Neves (PSDB-MG) fará um bate-papo em vídeo pela internet na quinta-feira, logo após o programa partidário de televisão do PSDB, do qual será o protagonista. A mesma ferramenta foi usada pelo presidente norte-americano Barack Obama em sua campanha à reeleição, em 2012. A chamada para a conversa será feita no fim da propaganda partidária obrigatória, e a conversa deve reunir o coordenador do AfroreggaeJosé Júnior, o economista Samuel Pessoa, o músico mineiro Cris do Morro e o sociólogoCláudio Beato.

A ideia da equipe de comunicação de Aécio é estender os dez minutos de TV para um ambiente on-line, reforçando o bordão “Vamos conversar” adotado desde o primeiro semestre pelo mineiro. O próprio programa de TV será marcado por diálogos gravados em diferentes regiões do país. Neles, o tucano irá abordar os problemas da mobilidade urbana, da logística, da inflação e das obras inacabadas.

Durante as gravações, Aécio se reuniu com um grupo de jovens em São Paulo, com produtores rurais de Sorriso (MT), com uma feirante de Campina Grande (PB) e com um idoso às margens das obras inacabadas de transposição do Rio São Francisco, em Mauriti (CE).

O foco da propaganda gratuita do PSDB neste segundo semestre é tornar Aécio conhecido do eleitorado. Hoje, o percentual dos eleitores que dizem conhecê-lo ainda é muito inferior aos de seus principais adversários na eleição do próximo ano: a presidente Dilma Rousseff e a senadora Marina Silva.

Além de convidar os espectadores para “conversar”, o mineiro reforçará no programa outro lema exibido nas pequenas inserções veiculadas na última semana: “Quem muda o Brasil é você“.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Aécio: PSDB mineiro está pronto para ter candidato em 2014

Aécio: “Temos sim um projeto para dar continuidade ao governo Anastasia. E vamos fazer isso com absoluta naturalidade”, comentou.


Aécio: presidente nacional do PSDB


Aécio: PSDB-MG está pronto para ter candidato em 2014

Aécio durante reunião com partidos aliados: “É nossa responsabilidade dar continuidade a este modelo de governança, que mudou Minas Gerais e que o Brasil respeita”, disse o senador. Foto: Alessandro Carvalho

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves diz que tucanos e aliados estão prontos a apresentar nome para disputar eleições em Minas


Presidente nacional do PSDB reuniu-se, em Belo Horizonte, com dirigentes de 10 partidos aliados para discutir estratégias de 2014

O presidente nacional do PSDBsenador Aécio Neves, e o presidente do diretório estadual, deputado federal Marcus Pestana, reuniram-se, nesta segunda-feira (16/09), em Belo Horizonte, com dirigentes de dez partidos aliados (PPS, DEM, PP, PR, PSB, PDT, PV, PTdoB, PTB e PSD) com o objetivo de discutir estratégias para as próximas eleições.Aécio Neves afirmou que os tucanos e seus aliados estão prontos para apresentar um novo nome para disputar as eleições em Minas.

“Temos sim um projeto para dar continuidade ao governo Anastasia. E vamos fazer isso com absoluta naturalidade. Vejo até dos nossos adversários uma preocupação maior do que nos aliados. Quem tem os quadros que temos, quem tem o conjunto de partidos políticos que temos aqui em Minas, expressado nesta reunião de hoje, pode dar uma largada muito sólida, no momento em que as coisas estiverem maduras”, afirmou o senador.

Aécio Neves afirmou, no entanto, que o PSDB e os partidos aliados não têm pressa para definir o nome do candidato que vai disputar as eleições para o Governo de Minas em 2014.

“Não tenho pressa, e nenhuma das lideranças aqui presentes, e tampouco o governador, têm. Queremos que a decisão e o encaminhamento sejam naturais. E temos várias opções, extremamente competitivas”, disse.

Ética e eficiência do PSDB

senador destacou que, desde 2003, Minas vivencia um modelo de desenvolvimento baseado na ética e na eficiência. Para o ex-governador de Minas, o PSDB e os partidos que compõem a base do governador Antonio Anastasia têm a responsabilidade de manter esse modelo.

“É nossa responsabilidade dar continuidade a este modelo de governança, que mudou Minas Gerais e que o Brasil respeita e, em muitos lugares, copia. Conseguimos aqui, ao longo dos últimos dez anos, compatibilizar éticatransparência absoluta nas ações públicas, com eficiência. É isso o que o Brasil busca. Ética e eficiência não são incompatíveis. Infelizmente, no plano nacional, não há a simbiose que existe em Minas Gerais em relação a essas duas questões. Temos sim um projeto para dar continuidade ao governo Anastasia e vamos fazer isso com absoluta naturalidade”, disse Aécio Neves.

Participaram da reunião, o vice-governador Alberto Pinto Coelho (PP); os presidentes estaduais do DEM, deputado estadual Gustavo Corrêa; do PSB, deputado federal Júlio Delgado; do PDT, deputado federal Mário Heringer; do PPS, deputada estadual Luzia Ferreira; do PTB, deputado estadual Dilzon Melo; e o presidente do PTdoB, Luis Tibé. Ainda estiveram presentes os dirigentes do DEM, Carlos Melles; do PSD, Alexandre Silveira; do PV, Agostinho Patrus Filho; e do PR, o deputado federal, Lincoln Portela, e José Santana. Também participaram, o presidente da Assembleia Legislativa, Dinis Pinheiro (PSDB) e o presidente do ITV-MGPimenta da Veiga.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Anastasia: governador de Minas destaque das páginas amarelas da Veja

Governador de Minas diz que quanto mais se reduz o peso da máquina, mais se pode fazer pela população.




Anastasia: Choque de Gestão dá resultado.


Fonte: Revista Veja

Antonio Anastasia é destaque nas páginas amarelas da Veja



Anastasia: Choque de Gestão dá resultado.

A política ainda é um território relativamente novo para Antonio Anastasia. Até 2003, ele era um técnico – e dos bons. Como secretário do governo de Aécio Neves, coordenou a implantação de um conjunto de medidas a cortar despesas e otimizar o funcionamento da máquina pública em Minas. O sucesso do projeto alçou-o a vice em 2006 e a sucessor de Aécio em 2010. Em junho, na onda de protestos que tomou o Brasil, Belo Horizonte foi cenário de manifestações violentas. A elas, Anastasia respondeu com a redução do número de secretarias e o corte de 1 bilhão de reais em despesas. O governador parte da lógica de que, quanto mais o governo diminuir o peso de sua máquina, mais poderá fazer pela populaçao. Choque de gestão, para ele, pode não dar votos, mas dá resultado.

O que as manifestações de junho ensinaram aos governantes?

Que eles precisam admitir que não entregam um produto de qualidade aos seus cidadãos e q rever seus padrões, metas e prioridades. A indignação com a qualidade dos serviços públicos é clara e justificável. Tirando algumas ilhas de excelência, não há nada no Brasil de padrão Fifa. Os manifestantes têm razão. Fomos desafiados a apresentar novas alternativas e prestar melhores serviços.

Que alternativas o seu governo já apresentou?

Aqui em Minas Gerais, reduzi o número de secretarias e de cargos de confiança. Os governos têm de entender que é preciso cortar os meios para manter os fins. A máquina pública brasileira é muito pesada. O entendimento deveria ser o de que, quanto mais o governo diminuir o tamanho de sua estrutura, mais poderá fazer pelo cidadão.

Mais o ritmo das mudanças parece não satisfazer as pessoas. Por quê?

Se dependesse dos manifestantes de junho, tudo seria mais rápido. Mas a burocracia e as instituições de controle da administração atrasam as respostas.

O senhor acha que há excesso de controle no Brasil?

Existe no país um culto ao controle, que é importante, já que há muitos desvios que precisam ser evitados e punidos. Mas o que acontece é que os bons acabam pagando pelos maus. O excesso de controle chegou a um ponto que atrofia as ações. Um exemplo claro é a dificuldade em socorrer desastres naturais, enchentes principalmente. No Japão, o modelo de recomposição de danos tem muito mais confiança nos gestores. No Brasil, como a regra é a desconfiança – e, lamentavelmente, em muitos casos essa desconfiança é procedente, nós nem conseguimos recuperar aquilo que é destruído. O ideal nessas situações seria fazer uma legislação de emergência e depois punir de maneira rigorosa aqueles que erram. Aqui, porém, as medidas são tomadas antecipadamente e paralisam a administração. Como consequência, muitas pessoas corretas, idôneas, começam a ficar temerosas e fogem da administração pública. No serviço público, vale aquela máxima de que “só não erra quem não faz”. Os funcionários acham melhor não fazer nada para não se comprometerem. E fica tudo travado.

A Polícia Militar de muitos Estados, inclusive de Minas Gerais, foi criticada por ter agido com excesso de truculência, no início das manifestações e depois por ter sido tolerante com o vandalismo. Como deve ser a ação policial nessas situações?

Há uma fábula muito repetida aqui que serve de ilustração para o dilema pelo qual passa a polícia. Um idoso, uma criança e um burro vão por uma estrada. Se o velho sobe com a criança no burro, é  acusado de maltratar o animal. Se fica só no lombo do burro e a criança vai a pé, ele é criticado por maus-tratos à criança. Se, enfim, vão os dois andando ao lado do animal, o velho é chamado de burro. Não há como agradar. É mais ou menos o que acontece com a  ação policial. Sempre vai aparecer alguém para criticar e dizer que ela deveria ter sido diferente. A orientação que damos à tropa é preservar a vida e o patrimônio público, evitando ao máximo o uso da força. O direito de manifestar-se é legítimo, desde que sejam respeitados o direito de ir e vir e o patrimônio. Mas é claro que não é fácil, no meio da confusão, separar o manifestante de bem dos vândalos.

O provável candidato do PSDB à Presidência será Aécio Neves, seu padrinho político e antecessor. Em que os onze anos de governo tucano em Minas podem lhe servir de vitrine?

Nós tivemos, nesses onze anos, evoluções notáveis em todos os segmentos. Os indicadores de educação de Minas são hoje os melhores do Brasil, mesmo em um Estado com muita desigualdade. Em saúde, estamos em primeiro lugar entre os estados do Sudeste. Melhoramos em infraestrutura física e a diversidade econômica. São dados positivos. Mais do que isso, o grande legado de nossa administração é o modelo de governança, o reconhecimento da meritocracia, a adoção de uma politica de resultados, o incentivo aos bons servidores e às boas práticas. Este é o nosso maior legado: mostrar como a administração pública pode ser séria, inovadora e eficiente.

choque de gestão tão apregoado em Minas rende votos?

Essa é uma grande discussão para os cientistas políticos. Gestão pública não é um tema popular, porque as pessoa na têm a exata dimensão do que significa. Mas ela é a precursora necessária para a melhora da educação, da saúde e da segurança. Sem uma boa gestão, ainda que tenhamos muitos recursos, não é possível fornecer um bom serviço. Levar isso ao conhecimento popular não é fácil. As pessoas, na maioria das vezes, buscam o resultado mais imediato. Mas me parece que, cada vez mais, a sociedade reconhece os governos sérios, que têm metas, se colocam de maneira transparente e apresentam resultados. A gestão pode não ser uma bandeira eleitoral para todo o segmento da população, mas é essencial para que uma administração obtenha bons resultados.

A grande bandeira eleitoral do PT é bem mais palpável: a inclusão social, que tem como marca o Bolsa Família. Qual é a sua opinião sobre programas desse tipo?

Eles são muito úteis, e a maioria teve origem no governo de Fernando Henrique Cardoso. Programa social não tem dono, é da própria sociedade. Não há possibilidade de um governo federal do PSDB acabar com esses programas. Nós vamos ampliá-los e aperfeiçoá-los.

Em relação ao governo federal, o senhor acha viável uma administração que tem 39 ministérios?

Essa questão do número de ministérios é simbólica, mas não tem tanta relevância. O problema não é o número de ministérios, mas o processo decisório. O governo federal não tem prioridades. É essencial que a forma de administração se modernize.

Na Presidência da República, o que o PSDB faria diferente do PT?

O primeiro compromisso nosso será com a eficiência e o bom resultado da administração pública. Vamos premiar a meritocracia e o adotar critérios para ampliar a eficiência dos servidores e do serviço público. Hoje, as nomeações são feitas por critérios políticos, servem para beneficiar amigos e atender a indicações partidárias. Essa é uma prática nociva à boa gestão e à democracia. Temos de trocá-la por critérios que valorizem os funcionários de carreira competentes e dedicados.

Há dois grandes problemas epidêmicos nas metrópoles brasileiras, um relacionado ao outro, a criminalidade e o crack. Como enfrentá-los?

Se você perguntar à população qual é a política pública que mais preocupa, a resposta majoritária será a saúde. A segurança vem depois, seguida pela educação. Agora, se a mesma pergunta for feita a governantes, não tenho dúvida que a resposta será a segurança. Porque a saúde é um problema grave, mas há um diagnóstico sobre como resolvê-lo. Se chegar dinheiro, os gestores saberão como gastá-lo, assim como ocorre na educação. Já a segurança é um problema que só vem piorando e ninguém sabe o que fazer. Há diagnósticos genéricos, como a necessidade de maior participação do governo federal no combate à criminalidade, e a integrar as forças de segurança nos Estados. Há a gravíssima questão das drogas, que são responsáveis por 60% a 70 de todos os homicídios. Mas ninguém sabe concretamente o que fazer para estancar essa hemorragia. É preciso um urgente e sobre-humano esforço nacional para tentar encontrar alternativas para enfrentar esse problema, que afeta todos os municípios, Estados e a União, de todos os partidos. Acredito também que seja necessário acabar com um certo culto à violência. Não se vive no Brasil de hoje em uma cultura de paz. Mas de violência.

O senhor defende a internação compulsória de dependentes químicos?

Quando o dependente corre risco de vida ou põe outras pessoas em risco, eu defendo essa internação, desde que autorizada pela Justiça.

O senhor defende a redução da maioridade penal?

A redução não resolve o problema da criminalidade. O mais adequado seria ter penas mais efetivas para os menores infratores. Na maioria dos países desenvolvidos, a maioridade também é aos 18 anos. A diferença é que as medidas são mais rígidas, e o cumprimento, efetivo. O problema no Brasil é a impunidade, não a maioridade.

O senhor diz que o governo federal precisa ter ousadia e criatividade para transferir aos Estados e municípios atribuições que hoje ele concentra. Mas é possível fazer isso sem repassar às administrações mais dinheiro?

Cada competência nova exige dinheiro novo para honrar os compromissos. Há no Brasil a tendência de concentração de recursos na União. As contribuições criadas na Constituição de 1988 não são compartilhadas e ganham cada vez mais peso. A grande fonte de arrecadação dos Estados, o ICMS, é um tributo sobre o consumo, muito suscetível à variação da atividade econômica. Os Estados não sabem quanto terão no caixa, e isso dificulta fazer um planejamento meticuloso.

Se nada mudar, os Estados poderão falir?

Não digo falir, a Lei de Responsabilidade Fiscal impede isso. O que pode haver é uma piora dos serviços prestados. É necessário discutir a questão da dívida dos Estados com a União. Quando ela foi renegociada, em 1997, a saída encontrada foi positiva. Mas, ao longo dos anos, virou uma perversidade, com juros muito altos. O Estado paga, paga, paga, e a dívida só aumenta. É como acontecia com aqueles financiamentos imobiliários do tempo do BNH. É um problema comum a prefeitos e governadores de todos os partidos. Ninguém tem mais dinheiro para investir.

Supremo Tribunal Federal deve julgar nos próximos meses o chamado mensalão mineiro, que envolve o ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo. Esse caso pode provocar no PSDB o mesmo estrago que o mensalão mais famoso provocou no PT?

Teremos que respeitar as decisões do Supremo Tribunal Federal, que está fazendo um julgamento correto agora também o fará no caso que envolve o ex-governador Azeredo. Os efeitos políticos são relativos. Azeredo é uma pessoa de bem, e os dois casos não têm comparação – o mensalão petista foi muito grave. É difícil precisar qual será a repercussão política, mas sem dúvida poderá prejudicar o partido. Bom não é. Todo tipo de ação penal que envolve o seu partido não é positivo.

ex-governador José Serra defende a ideia de que o PSDB faça uma prévia entre ele e o senador Aécio Neves para definir o candidato do partido à Presidência. O senhor concorda com essa prévia?

Em 2009, fui a favor de que o partido fizesse uma prévia entre o Serra e o Aécio, que para mim já era o melhor candidato. Mas o Serra consolidou a candidatura e não houve necessidade de disputar preliminar. Agora, por coerência, não posso ser contra as prévias, mas a candidatura do Aécio já é uma realidade. O partido deveria ganhar tempo e pôr a campanha na rua em vez de se perder em disputas internas. Aécio Neves já conquistou a base e as lideranças do PSDB. Chegou a vez dele.

Aécio: senador luta pelas cidades da Área Mineira da Sudene

MP 615: em Diamantina, senador disse que reivindica para os mineiros, no Congresso, mesmo benefício dado a produtores do Nordeste.


MP concede a produtores de cana e de etanol pagamento de subvenção econômica da safra 2011/2012 e outros benefícios


Aécio luta pelas cidades da Área Mineira da Sudene

Aécio Neves lutará pela inclusão dos municípios da Área Mineira da Sudene entre os atendidos pela Medida Provisória 615. Foto: George Gianni

Fonte: Jogo do Poder 

Aécio quer produtores de cana de açúcar em Minas atendidos pelos benefícios dados a atingidos pela seca


senador Aécio Neves (PSDB) anunciou que lutará pela inclusão dos municípios da Área Mineira da Sudene entre os atendidos pela Medida Provisória 615 que cria benefícios a produtores de cana de açúcar nos estados do Nordeste. Os municípios do Norte de Minas e dos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri foram excluídos da MP por decisão do governo federal, que orientou seus líderes na Câmara dos Deputados durante a votação da MP na segunda-feira.

Em Diamantina, o senador Aécio Neves considerou justo o benefício dado aos produtores do Nordeste, mas cobrou da bancada do governo a exclusão dos produtores mineiros igualmente atingidos pela seca. Ele criticou duramente mais essa violência cometida contra Minas pelo governo federal e por sua base no Congresso.

“É mais uma demonstração do descaso do governo federal para com Minas Gerais. Aprovou-se a Medida Provisória, editada pela presidente da República, que permite uma remuneração a mais e o ressarcimento financeiro aos plantadores de cana da região Nordeste atingidos pela seca. Absolutamente justa a medida, e realmente precisávamos atender os nordestinos, mas é inconcebível, inexplicável e injustificável que a região mineira da Sudene, onde existem cerca de 70 mil pequenos plantadores de cana-de-açúcar, quase plantadores familiares, estejam fora. Apresentei uma emenda para que fosse corrigido esse equívoco e a maioria do governo não permitiu que ela fosse votada”, afirmou Aécio Neves, após a entrega da Medalha JK, em Diamantina, no Vale Jequitinhonha.

A MP concede a produtores de cana e de etanol pagamento de subvenção econômica da safra 2011/2012; redução a zero da alíquota de PIS e Cofins e financiamento com juros subsidiados para renovação e implantação de canaviais.

Promessa de inclusão

exclusão de Minas poderá ser revertida se a bancada do governo no Senado atender ao compromisso firmado ontem pelo relator da MP no Senado, senador Gim Argello. com o senador Aécio Neves. Ele e os líderes dos partidos se comprometeram com Aécio a estender os benefícios aos municípios mineiros da Sudene na próxima MP a ser votada na Casa. Resta agora à bancada do PT e do governo federal cumprir a promessa de inclusão.

“Retirar esse benefício desses produtores significa tirar-lhes a mínima condição de sobrevivência. Quero aqui rogar aos líderes partidários e ao senador Gim Argello para que possamos corrigir esse equívoco e permitir que todos os municípios abrangidos pela Sudene possam ter este benefício para os plantadores de cana-de-açúcar que os municípios do Nordeste, muito correta e justamente, estão tendo”, afirmou Aécio Neves.

Pela terceira vez, governo federal prejudica municípios mineiros da Sudene

É a terceira vez que o governo federal e a bancada do PT excluem os municípios do Norte e dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de benefícios dados aos demais integrantes da Sudene. Em 2010, eles foram excluídos da MP 512 que incentivava a instalação de montadoras no Nordeste. A MP permitiu que uma nova unidade da Fiat, planejada para Minas Gerais, fosse transferida para Pernambuco.

Antes, a MP 540 que garantia incentivos fiscais a empresas na região da Sudene, também deixou de fora os municípios mineiros. A inclusão na Sudene dessas cidades fortemente atingidos pela seca foi uma conquista do Estado em 2001, graças ao ato do então deputado federal Aécio Neves ao assumir interinamente a Presidência da República.

Desta vez, a manobra do governo ocorreu na Câmara dos Deputados que retirou os municípios da área a ser beneficiada, mesmo após a Comissão Mista da Medida Provisória 615 ter aprovado a concessão. Como o regimento da Casa não permite que os senadores apresentem novas emendas, Aécio Neves ocupou a tribuna do Senado para denunciar a exclusão dos produtores mineiros.