sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Antonio Anastasia afirma que investirá ainda mais na segurança das zonas rurais e na proteção das fronteiras
Governador destaca redução da criminalidade em todas as regiões do Estado maior do que a média nacional apontada em pesquisa do IBGE
O governador Antonio Anastasia afirmou que, reeleito, promoverá novos investimentos na política de segurança pública do Estado para reduzir ainda mais os indicadores de criminalidade em todas as regiões de Minas. Ele afirmou que dará atenção especial à segurança nas zonas rurais e nas fronteiras do Estado e no aumento do número de efetivo policial. A queda da criminalidade em no Estado foi atestada por pesquisa do IBGE, divulgada na quarta-feira (01/09), que mostra o índice de mortes por homicídios em Minas Gerais abaixo da média verificada em todo o país.
A pesquisa do IBGE, realizada com base nos dados de 2007, mostra em Minas taxa de 20,9 homicídios para cada 100 mil habitantes, taxa inferior à média de mortes no Brasil, que é de 25,4 a cada 100 mil habitantes. Estudos mais recentes realizados pela Fundação João Pinheiro mostram que em 2009, a taxa de homicídios em Minas foi de 17,23 para cada grupo de 100 mil habitantes. Entre 2003 e 2009, a taxa de crimes violentos (homicídios, roubos e assaltos) reduziu 45,2% em todas as regiões do Estado. A queda indica que a ocorrência de crimes violentos em Minas recuou a patamares de 10 anos atrás.
“Reduzimos a criminalidade ao nível de dez anos atrás, mas precisamos reduzir mais. Fizemos um esforço imenso, mas ainda temos indicadores, especialmente em algumas regiões do Estado, que nos preocupam. Vamos agora lançar um programa de segurança rural, é uma área que tem que ser mais atingida, a região do campo tem sofrido alguma violência. Reforçar as nossas fronteiras, porque vem criminoso de fora e aumentar ainda mais o efetivo, para que o cidadão se sinta mais seguro”, afirmou o governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição.
A pesquisa do IBGE apontou, ainda, que Minas tem o segundo menor índice de mortes por homicídios da Região Sudeste e atingiu média inferior à Região Sul (21,4), considerada a menos violenta do país. A pesquisa foi realizada com base nos dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde de 2007. As informações estão no documento Indicadores de Desenvolvimento Sustentável de 2010, que incluem ainda resultados nas áreas de saneamento e saúde.
Integração das polícias
Antonio Anastasia destacou que a implantação do inovador modelo de gestão do Estado e os investimentos na área de segurança pública foram fundamentais para a reversão da taxa de criminalidade em todas as regiões. Desde 2003, o Estado destinou cerca de R$ 26 bilhões para reequipar as forças de segurança, Polícia Civil, Militar e Corpo de Bombeiros, aumentar o efetivo policial e ampliar o sistema prisional, com acréscimo de cerca de 400% no número de vagas.
“Criamos mais de 20 mil vagas no sistema penitenciário do Estado e extinguimos aquelas antigas masmorras que tínhamos. Fizemos um processo de integração das polícias e aumentamos o efetivo das forças policiais. Transformamos as nossas polícias Civil e Militar, que já é a melhor do Brasil, através de um processo de integração e da chamada polícia inteligente. Mas precisamos mais”, afirmou o governador.
Reduções significativas nas taxas de crimes violentos foram verificadas após a implantação da Integração da Gestão em Segurança Pública nos municípios onde está implantada. Em vigor desde 2005, a metodologia integrada está associada a reduções que vão de 47% a 53% na taxa de crimes violentos contra o patrimônio, 16% a 21% nos crimes violentos contra a pessoa e 13% a 14% nos índices de homicídio.
Programas de Prevenção à criminalidade
Os bons resultados na área de segurança também são atribuídos aos programas de prevenção à criminalidade como o Fica Vivo! e Juventude e Polícia. Desenvolvido pela Secretaria de Estado de Defesa Social em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Ministério Público, o Poder Judiciário e as prefeituras municipais, o Fica Vivo! foi responsável pela queda em mais de 50% dos índices de homicídios nas regiões atendidas, a partir de ações que combinam repressão qualificada e inclusão social.
Referência no país no controle de homicídios, o programa é dirigido a jovens de 12 a 24 anos, moradores de áreas de elevado índice de violência. Está implantado em 25 núcleos de Belo Horizonte e 15 cidades do interior de Minas atendendo 15.200 jovens mineiros em oficinas culturais ou de formação profissional. O Fica Vivo! conseguiu reduzir, em média, em 50% as taxas de homicídio nas regiões atendidas.
Criado em 2004 pela Polícia Militar, em parceria com o Grupo Cultural AfroReggae e o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), o programa Juventude e Polícia adotou o modelo de intervenção cultural em comunidades de grande incidência de crimes violentos usado pelo AfroReggae, há 15 anos, nas favelas do Rio de Janeiro. A grande ousadia do modelo desenvolvido em Minas foi a integração da Polícia Militar como principal agente na formação cultural de jovens moradores das áreas de maior risco social.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Arte: Andrea Neves leva Valores de Minas para a periferia
Andrea Neves: lançado, em 2005, o Valores de Minas proporciona atividades culturais a jovens estudantes da rede pública de ensino.
Andrea Neves: Valores de Minas
Lançado por Andrea Neves, em 2005, o Programa Valores de Minas proporciona atividades culturais a jovens mineiros nas áreas de teatro, circo, música, dança e artes plásticas. A cada ano, são cerca de 500 estudantes da rede pública estadual integrantes do Projeto Escola Viva, Comunidade Ativa que tomam parte das oficinas de arte.
Entre 2005 e 2008, formaram-se 1.950 pessoas, entre alunos, multiplicadores, professores de arte da rede estadual e ex-alunos que fizeram o curso de extensão. Em parceria com o Governo de Minas, o programa cria as condições para o crescimento pessoal e a construção da história de vida desses jovens.
A iniciativa contempla a formação mais ampla do cidadão: história da arte, literatura, ética e cidadania, também estão no currículo, além da participação na vida cultural da cidade. Um espetáculo multicultural sintetiza o Programa Valores de Minas, ao final de cada ano.
Os estudantes participam da elaboração do roteiro, da trilha sonora, da produção do cenário, figurino e adereços. É uma vitrine onde a sociedade, a família, os colegas assistem e aplaudem o resultado de todo o processo de aprendizado, numa ação conjunta.
Quatro espetáculos, assistidos por mais de 16.000 mil pessoas, elogiados pelo público e crítica, marcam a história do projeto: “Delírio Barroco”, “Estrada dos Sonhos” e “Opara”, este sobre o Rio São Francisco, e “Sempre Alegre, Miguilim”, baseado na obra de Guimarães Rosa.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Almoço com Elas: Andrea Neves participa do evento promovido pela Revista Encontro
Em homenagem às mulheres mineiras, a revista Encontro promoveu em sua sede, no bairro Belvedere, o primeiro almoço intitulado Encontro com Elas. No evento, 20 mulheres estiveram presentes, dentre elas, a presidente do Servas, Andrea Neves, e a primeira-dama da capital, Regina Lacerda, esposa do prefeito Márcio Lacerda. Fotos: Barbara Dutra.
[caption id="attachment_450" align="aligncenter" width="500" caption="Regina Lacerda, Renata Vilhena e Andrea Neves"]
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Andrea Neves faz balanço das ações frente ao Servas para TV O Tempo
Andrea Neves recentemente concedeu entrevista à TV O Tempo, canal online mantido pelo Jornal O Tempo de Belo Horizonte. No bate papo foi feito um balanço do últimos sete anos de Andrea à frente da presidência do Servas, ONG que hoje é um das principais articuladoras de ações sociais em Minas Gerais. Neste período, foi consolidado um novo modelo de organização e mobilização do Terceiro Setor mineiro.
Veja no link abaixo a entrevista completa:
http://www.otempo.com.br/videos/player/?v=302
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Andrea Neves lidera ações de transformação social em Minas Gerais, ex-presidente do Servas faz balanço dos últimos 7 anos
Parcerias que rendem frutos
Programas sociais mudaram realidade de pessoas carentes em todo Estado
Fonte: Renata Nunnes – O Tempo
Balanço: Após sete anos à frente do Servas, Andrea Neves diz que trabalho conjunto resultou no sucesso das ações
O tom de voz determinado da mulher conhecida como grande articuladora, de repente, fica carregado de emoção. Ela para, respira e, tomada de satisfação, começa a fazer um balanço dos últimos sete anos.
Foram tempos dedicados à frente de projetos desenvolvidos pelo Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), que mudaram, para melhor, a vida de pessoas de todas as idades.
Para a ex-presidente do Servas, Andrea Neves, a construção de programas sociais requer persistência. “Nenhum governo, por mais correto e bem intencionado que seja tem condição de enfrentar sozinho a questão social na gravidade com que ela existe no nosso país. Isso não tem relação apenas com recursos ou vontade política. Quando somos capazes de estabelecer parcerias, conseguimos fazer com que iniciativas andem mais rápido e cheguem mais longe”, diz Andrea, que durante o governo do irmão, Aécio Neves, dirigiu a entidade.
Parcerias firmadas com empresas, entidades de classe, ONGs e cidadãos comuns garantiram que os programas do Servas fossem respeitados e até copiados no Brasil e no exterior. Digna Idade, Brinquedoteca, Valores de Minas, Vita Vida e Vozes do Morro são alguns dos projetos que saíram do papel para transformar a realidade de idosos, crianças, jovens, pacientes de hospitais e moradores de vilas e aglomerados. Eles ganharam humanização, resgataram valores e a autoestima. Alguns dos beneficiados se encontraram com o lúdico por meio da leitura. Outros conheceram a arte, a música e sua própria cultura. Sem contar os que se libertaram da fome em ação contra o desperdício.
Andrea Neves não esteve sozinha nas conquistas. Tinha a companhia de profissionais que, segundo ela, fizeram do trabalho a própria vida. “Muitas vezes, não basta ter uma boa ideia se você não tem pessoas comprometidas. Se não for assim, nenhuma questão sai do papel”, afirma. Para Andrea, o esforço da equipe do Servas somado ao dos parceiros explica o fato de o Servas ter conseguido implantar projetos que têm feito diferença na vida das pessoas.
O serviço também atuou em fortes campanhas de mobilização social, como o “Volta”, que convocava a população na busca de pessoas desaparecidas. E quem não se lembra do filme da campanha contra a exploração sexual de crianças em que uma menina pedia “socorro” por meio de uma canção?
Outra grande mobilização ocorreu em torno dos cuidados com os idosos e teve a participação do cantor Zezé di Camargo. Uma moda de viola dizia que um pai cuida de dez filhos, mas dez filhos não cuidam de um pai. “É tão verdadeiro esse sentimento de que alguma coisa está acontecendo em nossa sociedade. Estão se esfacelando laços, que deveriam ser de permanente afeto. A questão do idoso é dolorosa. Eles não podem ser excluídos da sociedade”, disse Andrea Neves.
Qual a avaliação que a senhora faz do trabalho realizado no Servas? Foi um trabalho construído aos pouquinhos e que hoje nos enche de surpresa em perceber que conseguimos abraçar, em tão pouco tempo, tantas pessoas. O Servas, hoje, tem programas muito diferenciados. Eles nos permitem estar em todas as regiões do Estado. Construir programas sociais requer muita persistência. Não trabalhamos com estatísticas, ajudamos pessoas de verdade.
A senhora acredita que os programas desenvolvidos e reestruturados durante sua gestão vão ser mantidos ao longo de outros governos? Me preocupa muito essa questão de um governo que começa e resolve anular tudo que foi feito antes. Acho uma covardia com a sociedade brasileira. Tenho um profundo respeito pelas ações desenvolvidas por entidades sociais de Minas. Portanto, fechamos muitas parcerias. Somamos esforços e o resultado cria condições para que os projetos existam além de qualquer gestão política. Só as parcerias garantem as condições de continuidade dos programas.
Foram muitas as ações desenvolvidas pela equipe do Servas. Há algum dos programas que tenha tocado a senhora de maneira especial? O Digna Idade. Ele é voltado para idosos que vivem em instituições de longa permanência, os antigos asilos. Muitos deles têm seus vínculos familiares esgotados, vivem sozinhos.
Como nasceu o Digna Idade? Ele nasceu de uma parceria com o Ministério Público Estadual. Em 2003, o órgão tinha um diagnóstico muito duro sobre a realidade de grande parte das entidades do tipo que existem em Minas Gerais. Com isso, priorizamos o tema.
Como o programa atua? Ele atua em três frentes diferenciadas: capacita a gestão da entidade, capacita os cuidadores de idosos e possibilita a reforma e a aquisição de equipamentos necessários para cada instituição. O Digna Idade também se soma à campanha de mobilização social.
De fato, o Servas priorizou campanhas de mobilização social como a dos desaparecidos e a da violência doméstica. Como a senhora avalia essas ações? Foram campanhas fortes ao longo dos últimos anos. Todas criadas com o objetivo de sensibilizar as pessoas sobre questões presentes na vida de cada um de nós. Tivemos, obviamente, resultados concretos. No caso da atenção aos idosos, por exemplo, houve um aumento no número de denúncias de violência.
Qual das ações alcançou mais retorno? A dos idosos. Essa campanha alcançou retorno inclusive no exterior. O comercial foi traduzido para outras línguas. Recebemos comunicados da Itália e dos Estados Unidos. Ocorreram correntes na internet divulgando a campanha e isso foi muito gratificante.
E o programa Vozes do Morro? Ele também foi bastante divulgado e revelou grandes talentos. À primeira vista, ele tem uma função de revelar talentos na área musical de pessoas que moram em vilas, favelas e aglomerados. Mas, na verdade, tem um sentido muito maior, porque trata de reforçar a identidade e criar valores nessas comunidades. Claro que você tem um resultado individual dos artistas. Mas o que é mais precioso para a gente no projeto é como a sociedade passa a se organizar em torno da criatividade e da solidariedade.
Outro projeto bastante reconhecido é o Vita Vida. A ideia pode ser multiplicada em todo o país? Estamos comemorando em 2010, com muito orgulho, a primeira parceria com a Pastoral da Criança e ela envolve o repasse da tecnologia do Vita Vida. Ao longo do último ano, a pastoral experimentou o uso do alimento desidratado nas crianças atendidas pela entidade. O resultado é extraordinário.
Quantas refeições já foram distribuídas por meio do Vita Vida? Foram 12 milhões. Um grande exemplo do combate às duas piores chagas da sociedade: o desperdício e a fome. As fábricas recebem excedentes de alimentos de produtores rurais e de comerciantes da Ceasa. Frutas e legumes que não servem para ser vendidos, mas estão em perfeitas condições de consumo.
O que o trabalho no Servas significou para a senhora? Eu também me transformei muito. Às vezes, a gente começa a trabalhar motivada para tentar colaborar com a transformação da vida dos outros e não percebe o quanto esse trabalho também nos transforma ao longo do processo. Essa foi uma experiência definitiva na minha vida.
A senhora descarta qualquer possibilidade de, no futuro, candidatar-se às eleições? As hipóteses estiveram descartadas no passado e todas estão descartadas no futuro. Faço política como instrumento para colaborar com a sociedade, para ajudar a transformá-la. Tem pessoas que optam por disputar um mandato eletivo, outras não.
Quais são os planos da senhora para o futuro? A partir de julho, estarei ao lado de Aécio Neves e Antonio Anastasia dando a minha contribuição na campanha eleitoral. Depois, vamos esperar chegar mais perto para enxergar melhor. (RN)
domingo, 6 de junho de 2010
Vídeo mostra noite de apresentação dos finalistas do Vozes do Morro
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Vozes do Morro chega a 3ª edição e Andrea Neves ressalta as histórias de sucesso que intensificam laços de afeto e identidade cultural
O governador Antonio Anastasia anunciou nesta quarta-feira (2), em solenidade no Palácio Tiradentes, na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, os artistas finalistas da terceira edição do programa Vozes do Morro. Os dez selecionados nesta edição são cantores de rap, funk, samba, pagode, sertanejo, gospel e blues, que, em reconhecimento ao seu talento, terão a sua música gravada e divulgada durante todo o ano em emissoras de rádio e televisão, em Minas Gerais.
“Esse programa é, de fato, um programa fora do comum, porque ele está permitindo, ao longo desses anos, que os sonhos se tornem realidade por meio daquilo que afeta e nos atinge de maneira tão positiva, que é a música e são as Vozes do Morro. O Governo de Minas tem o orgulho de ter tido essa iniciativa. As vozes têm de ter vez, oportunidade. Quero agradecer aos nossos parceiros, porque sem eles não teríamos o êxito desse programa”, disse o governador Antonio Anastasia.
O Vozes do Morro é aberto à participação de músicos que vivem na periferia, vilas, favelas e aglomerados de Belo Horizonte, e também de Ibirité, Ribeirão das Neves e Santa Luzia (municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte, com população com mais de 100 mil habitantes e Índice de Desenvolvimento Humano inferior a 0,65).
Cada um dos artistas ou grupos musicais selecionados receberão, no fim do ano, 100 cópias de CD e 100 cópias de DVD com a gravação das músicas divulgadas pelo Vozes do Morro. Além da divulgação, os selecionados participarão do curso “Nosso Negócio é Música”, promovido pelo Sebrae-MG, um dos parceiros do programa. No curso, os artistas irão adquirir noções de mercado, planejamento estratégico, além de técnicas de negociação.
“A gente tem histórias maravilhosas de sucesso individual. Mas costumo ressaltar a ideia de que, no Vozes do Morro, nosso objetivo não é o sucesso individual e profissional desses artistas, dessas bandas, embora isso também seja muito importante. Nosso objetivo central com o programa é fazer com que ele possa reforçar, nessa comunidade, laços de afeto e de identidade cultural entre os moradores, o que consideramos muito importante”, explicou a presidente licenciada do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), Andrea Neves.
O Vozes do Morro é uma iniciativa do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, do Servas, com apoio do Sebrae Minas e do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de Minas Gerais (Sert-MG). Desde o lançamento do programa, em 2008, já foram promovidos 24 artistas/grupos musicais. Como resultado, eles tiveram agenda de shows, gravação de CDs com repertório próprio, reconhecimento nas ruas e no meio artístico e, sobretudo, uma nova referência nas comunidades.
Além dos artistas selecionados e integrantes das comunidades beneficiadas pelo programa, participaram da solenidade os músicos do grupo Tianastácia, um dos padrinhos desta edição (também são padrinhos os artistas André Valadão e Victor e Leo); o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho; a presidente interina do Servas, Dulcejane Vaz; o presidente da Cemig, Djalma Morais; o presidente da Sert-MG, Francisco Peça; o diretor-superintendente do Sebrae Minas, Afonso Maria Rocha; diretores de emissoras de rádio e televisão de Minas Gerais; e os secretários de Estado, Washington Mello (Cultura); Ana Lúcia Gazzola (Desenvolvimento Social); e o coordenador do Programa Vozes do Morro, Cris do Morro.
Os artistas/grupos selecionados do Vozes do Morro 2010:
Arte Favela Rap
São três integrantes do bairro Goiânia (BH), que estão juntos há quase um ano. O estilo musical do grupo é rap.
Black Pio
Nascido na Vila São Jorge (Aglomerado do Morro das Pedras), filho de pais cantores, o músico trabalha com o estilo Soul Music.
Cabral
Com 22 anos de carreira artística, o cantor e compositor canta, toca violão e cavaquinho, e faz apresentações em bares e festas particulares. Cabral é morador do Esplanada/Gogó da Ema, e a sua música selecionada é um samba.
Dokttor Bhu e Shabê
Juntos desde 2006, os rappers buscam a renovação do hip-hop mineiro. Moradores de Venda Nova, os artistas usam o bom humor em suas referências.
Jefinho BH
O artista cresceu no Conjunto Felicidade, onde canta há 12 anos, acompanhado de DJ. Tem influências de vários ritmos, que vão do MPB ao sertanejo. A música selecionada é estilo funk pop.
Grupo Ki-Doçura
O grupo teve início há cinco anos, quando seus integrantes ainda estavam no colégio. Começaram tocando em bares e festas, na comunidade Aarão Reis. Hoje, fazem apresentações em BH e Congonhas.
Pedro Paulo e Gil
Influenciados por grandes nomes da música sertaneja e modas de viola, os dois artistas, que são primos, estão juntos desde 2008.
Thributo
Moradores de Ibirité, os quatro integrantes da banda estão juntos desde 2009. Fazem um rock com influências de hard core. As letras trazem mensagens de positividade, amizade e política.
Wanderley Ribeiro e Jovanito
A dupla está há 10 anos em Belo Horizonte e faz shows em festas e eventos. Wanderley compõe, toca violão, canta e faz os arranjos. Jovanito acompanha com violão e faz a segunda voz.
William Roberto
O artista começou a ter contato com a música em 1983, com um grupo de jovens da igreja que frequentava. Toca violão e compõe as letras. O estilo da música selecionada é gospel.